Moments: Capítulo 20

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I stole a key...

Zayn Malik

Eu não tinha ideia do que se passava na minha cabeça naquele momento, a única coisa que eu queria, na verdade, era passar mais tempo com ela. Eu não menti quando eu disse que sempre foi difícil pra mim ter de lidar com ela, até porque ela nunca me deu muita chance de fazê-lo, mas depois de toda aquela conversa no parque, como se nós dois fossemos melhores amigos desde sempre, me fez desejar mais de sua companhia. Bom, ela não queria ir pra sua própria casa, então achei que ela não se importaria de vir a minha. Sem segundas intenções, devo deixar claro.

Uma coisa que eu nunca havia percebido muito é que Dora ama falar. De verdade. Se você deixar, ela pode falar durante um dia inteiro sem parar, e eu me perguntava de onde ela tirava tanta coisa pra contar. Nem se eu quisesse, iria conseguir fazer isso. Muitas vezes eu acabava me perdendo na bagunça da minha cabeça, mas a voz dela sempre me trazia de volta, e a cada vez que eu voltava, ela falava algo diferente. Não é que eu não me importava com o que ela dizia, mas era tanta coisa que ela acabava emendando uma com a outra e era meio difícil acompanhar tudo. Mas eu fazia o meu melhor. 

A ouvi falar sobre como estava com saudades de casa, da mãe, do padrasto. De como sentia falta de sua melhor amigo, e que provavelmente estaria comendo coxinha (seja lá o que isso for) na casa dela agora, se não estivesse aqui comigo.

Logo depois, ela começou a dizer que eu era um completo babaca e que sentia vontade de colocar veneno na minha comida, ou pior, me jogar de um penhasco para que eu não tivesse chance nenhuma de sobrevivência. A cada novo jeito que ela dizia pensar em acabar com a minha vida, era uma gargalhada que eu soltava. E era como um incentivo pra ela. Ela falava mais, mais e mais. Mas eu gostava de ouvi-la falar. Isso queria dizer que ela está se sentindo melhor em relação a tudo o que aconteceu mais cedo (ou pelo menos tentando se distrair).

Eu percebi sua expressão de confusão quando eu entrei no condomínio do complexo onde morávamos. Provavelmente estava pensando no que eu estava fazendo. Mas ao invés de parar o carro na rua e me despedir dela, entrei direto na minha garagem sem dar chance alguma de ela questionar algo. Tirei os cintos de segurança, mas ela não fez o mesmo, me encarando curiosa. Soltei uma risada.

— Dora, relaxa, eu não estou te sequestrando.
— Seria burrice, já que eu moro aqui do lado, né?! - ela disse finalmente, tirando o cinto e saindo de dentro do carro. - Posso saber o que está pensando? - ela questionou com aquela cara de deboche de sempre.
— Daqui a pouco você vai saber. 

Até porque eu também não sabia. Mas decidi fingir que sim. Abri a porta que dava entrada para a sala de estar e a deixei passar primeiro, vendo sua cabeça se mover para todas as direções possíveis, provavelmente vendo que haviam novas pinturas na parede junto com as antigos, que estavam aqui da última vez que ela esteve aqui. Vi um sorriso aparecer em seu rosto e logo um apareceu no meu.

Joguei a chave do carro em cima da mesa de centro, e comecei a me livrar da minha jaqueta, já que a noite estava um pouco mais quente que o esperado. Passei as mãos pelos bolsos da minha calça, retirando de lá todos os meus pertences, desde minha carteira até o maço de cigarros e o esqueiro que eu sempre carregava comigo. Até pensei em tirar os sapatos também, mas acabei me lembrando de que minha meia esquerda estava furada.

— É Perrie nessa foto?

Quando ouvi a voz de Dora ecoar um pouco pela sala, virei-me pra ela, que estava em pé de frente para a lareira. Naquele momento, me xinguei mentalmente por ter esquecido de ter tirado aquela porta-retrato de lá, mas agora já era tarde. Caminhei até ela, parando ao seu lado e olhando para a foto que estava ali. Me lembrei imediatamente daquele dia.

— É, sim. É a Perrie. - eu respondi olhando para ela agora, que continuava vendo a foto.
— Vocês parecem estar muito bem aqui. - ela disse sorrindo de leve pra mim, que forcei um pouco quando retribuí. 
— Tiramos essa foto quando a pedi em noivado. - eu respondi com o tom de voz um pouco mais baixo que o esperado, porém audível. - Bom, não importa mais. Era pra eu ter tirado essa foto daí há meses. 

Sem pensar muito, peguei o objeto e enfiei em uma gaveta qualquer ali perto, me livrando daquelas lembranças. Dora parecia um pouco confusa, mas percebi que ela resolveu não questionar. Agradeci mentalmente por isso. Segui para a cozinha rapidamente.

— Você está com fome? - eu perguntei quando a vi entrar ali também.
— Na verdade, eu acabei de abater um saco inteiro de batatas fritas. - ela disse rindo, fazendo eu me sentir mais leve. - Impossível que você não tenha visto aquele desastre!
— É, eu vi, mas quis ser um getleman e não tocar no assunto.
— Ah, qual é?! Pode me zoar.
— Ainda tem algumas batatas presas no seu dente.

Vi seus olhos castanhos se arregalarem e ela parar diante do seu reflexo na janela, abrindo um sorriso exagerado para verificar se era um fato verídico. Eu comecei a gargalhar diante daquela cena, vendo-a me encarar com os olhos cerrados já sabendo que eu não estava falando sério. 

— Você é um idiota, sabia? 
— Você fala isso o tempo todo, não tem como eu não saber. - eu respondi, vendo-a alargar seu sorriso. - Bom, já que você não está com fome e eu também não, o que vamos fazer?
— Ué, eu pensei que você tinha um plano, sequestrador! - ela exclamou com as mãos na cintura, com aquele sorriso divertido nos lábios.
— Bom, eu nunca tive um plano. Você disse que não queria ir pra casa...
— Ah, o príncipe da Inglaterra! - ela disse piscando seus olhos frenética e dramaticamente, como aquelas meninas apaixonadas de filmes, me fazendo rir um pouco. - Me trouxe pra cá apenas por que eu não queria ir pra casa? O que esperar de Zayn Malik, meu povo?!
— Não tem nenhum povo aqui, docinho, somos apenas eu e você. - respondi sabendo que ela odiava quando eu a chamava daquele jeito. 
— E se me chamar de docinho de novo estaremos apenas eu e seu cadáver. - disse indo em direção a sala - Bom, acho que agora eu tenho uma ideia.

Sem hesitar nenhum segundo, Dora ligou um aparelho antigo de som que eu tinha, e aumentou o volume da música que estava tocando, mas algo a fez parar no mesmo instante. Um pouco assustado, eu caminhei até ela e encarei, enquanto as notas de uma das melhores músicas do The Fray ecoava pela casa. 

— Dora, está tudo bem? - eu perguntei cautelosamente, vendo aquele sorriso que estava em seu rosto segundos atrás sair sem nem deixar rastros.
— Sim, ahn... - ela ficou de frente pra mim e sorriu de um jeito meio mórbido, olhando em volta com as sobrancelhas juntas - É que essa música... Era nossa música. - não precisei nem de dois segundos para saber de quem ela estava falando. - You Found Me, ele sempre dizia pra mim. 
— A gente não precisa ficar ouvindo essa música, você sabe, não sabe? - eu falei um tanto preocupado. Ela assentiu.
— Tudo bem. Pode mudar, se quiser.

Rapidamente eu mudei a estação da rádio no mesmo instante que a voz de Chris Martin invade nossos ouvidos juntamente com todo o arranjo de Charlie Brown. Vi um sorriso enorme se abrir nos lábios de Dora. Aumentei o volume da música, mesmo sentindo meus ouvidos reclamarem um pouco.

— STOLE A KEY! - Dora gritou rindo junto com a frase, balançando os braços e os quadris no ritmo da música, com os olhos fechados como se estivesse no meio de um show ao vivo. — Took a car downtown where the lost boys meet, took a car downtown and took what they offered me...

Naquele momento, parecia que eu nem estava ali. Dora cantava e dançava de um jeito que parecia ser libertador para ela, como se aquela música pudesse curar todas as suas dores, e quem sabe poderia. Com o olhar crítico que sempre tive, percebi o quão bonita era aquela cena. Parecia bem clichê, mas eu me sentia dentro de um filme francês cheio de sentimentos e drama. Senti vontade de gravar cada movimento na minha cabeça e depois reproduzir tudo numa tela. 


To set me free
I saw the lights go down at the end of the scene
Saw the lights go down and standing in front of me

Como uma lâmpada se acendendo, pensei na ideia. A minha crise de criatividade estava me matando, e naquele momento, eu tinha a pessoa perfeita e o momento perfeito bem na minha frente. A música continuou tocando, mas Dora havia parado. Ela se sentou no sofá com um sorriso no rosto e seu peito subindo e descendo, ofegante. Ela me encarou.

— Eu precisava um pouco disso. - ela disse rindo - Tem alguma bebida por aqui? 


In my scarecrow dreams
When they smash my heart into smithereens
Be a bright red rose come bursting the concrete
Be a cartoon heart

— Se importa se eu desenhar você? - eu perguntei diretamente, depois de vê-la se sentar no meu sofá com uma taça de vinho tinto. Ela me encarou curiosa, enquanto eu bebericava o vinho da minha taça esperando sua resposta.
— Está mesmo falando sério? - Dora abriu um sorriso, se ajeitando no sofá.
— Sim, porque eu estaria mentindo?!
— Tudo bem, acho que é uma boa ideia.

Eu já estava com tudo o que eu precisava em mãos e pronto para começar. Olhei para ela na minha frente, com a expressão leve e sorridente, ansiando pelo desenho pronto. Comecei pelos seus olhos, fazendo traços leves a fim de traçar cada detalhe deles, como se eu pudesse passar a energia deles para o papel. 

Cada fio dos cílios, cada cor que a luz deixava transparecer em suas pupilas, e cada uma das emoções que encontrei ali enquanto os observava com cautela. Depois seu nariz, fino, delicado e bem desenhado. Seus lábios, grossos, convidativos e o esconderijo de um sorriso suave. Então a linha de seu rosto, seu pescoço e colo. 

Eu estava pronto para fazer seus cabelos, mas algo ali me incomodava. Me levantei rapidamente e caminhei até ela, que me seguia com os olhos. Delicadamente, coloquei uma mexa para trás de sua orelha, enquanto ela ainda assistia cada movimento meu. Olhei em seus olhos e sorri, recebendo ainda mais atenção dos seus olhos em troca. Aquilo fez meu estômago revirar.

Voltei ao meu lugar e ao desenho.


Light a fire, a fire a spark
Light a fire, a flame in my heart
We'll run wild
We'll be glowing in the dark

Os olhos surpresos dela me encararam enquanto suas mãos seguravam o caderno com seu desenho já feito. Eu sorria com sua expressão de excitação e incredulidade, e achei até um pouco engraçado também. Dora tirava os olhos do desenho, olhava para mim e logo depois voltava a olhar o desenho. Parece que ela realmente estava chocada.

— Isso não é possível! - ela exclamou. - Zayn, caramba, você é muito bom! - ela disse sorrindo largamente para mim. - Isso aqui é incrível!
— Poderia ter ficado um pouco melhor, mas todas aquelas taças de vinho...
— Mesmo assim, ficou maravilhoso. Você realmente sabe o que está fazendo. - ela disse, me fazendo sorrir. 
— Bom, eu posso até ser um bom desenhista, mas você também contribuiu pra isso.
— O que quer dizer? - ela me encarou com as sobrancelhas juntas. Sorri novamente.
— Você parecia tão bem dançando... - vi suas bochechas ficarem rosadas.
— Charlie Brown mexe muito comigo, por isso fico meio...
— Você estava linda.

Não sei se foi por culpa do álcool que eu havia ingerido, mas acabei falando aquilo sem medir nenhuma consequência. Seus olhos me encaravam curiosos, ainda que com um pouco de receio e constrangimento junto. Ela não disse nada, e eu preferi também ficar calado, com medo de sair algo que eu não falaria se estivesse um pouco mais sóbrio. Eu sentia uma tensão estranha sobre meus ombros e isso fazia minha respiração ficar um pouco mais acelerada que o normal.

All the boys, all the girls, all that matters in the world
All the boys, all the girls, all the madness that occurs

Sem consentimento algum, meu rosto foi se aproximando um pouco mais do seu, já que ela estava bem perto de mim, e me surpreendi quando percebi que ela repetiu o mesmo ato, alterando seus olhos entre os meus e os meus lábios. Levei uma de minhas mãos até o seu rosto, acariciando carinhosamente aquele lugar, me aproximando mais e enfim juntando meus lábios aos seus, sentindo o gosto que ela provavelmente também sentia: vinho.

Seu corpo se aproximou mais do meu e senti sua mão em minha nuca, enquanto a outra estava apoiada em meu ombro. Eu ainda tinha uma mão em seu rosto, porém a outra agora estava apoiada em sua cintura, temendo que seu corpo se afastasse do meu e acabasse com aquele momento. 

Por algum motivo, não senti nada que pudesse fazer minha consciência me condenar por tal ato, como das outras vezes em que acabamos nos beijando (quando eu era seu namorado de mentira). Muito pelo contrário. Minha cabeça estava a mil naquele momento e eu sabia que aquilo também poderia ser confuso para ela. 

All the highs, all the lows, as the room a-spinning goes
We'll run riot, we'll be glowing in the dark

Como se soubesse exatamente o que estava acontecendo, ouvi a rádio reproduzir novamente a música que deu início a tudo isso. E aquilo serviu como uma espécie de alarme para Dora, que se afastou de mim rapidamente, sem coragem para me encarar em momento algum. Ela colocou o caderno em cima da mesa de centro e foi até o sofá, onde estavam as suas coisas. Percebi que eu não deveria ter feito aquilo.

— Dora, me desculpe se eu excedi o meu limite e...
— Está tudo bem, não precisa se desculpar. - ela dizia, enquanto colocava seu celular dentro da bolsa e tirava a sua chave de lá, de um modo um tanto atrapalhado. - A culpa não foi apenas sua, eu também retribuí.
— Você não precisa ir agora.
— Está tarde. - ela respondeu me encarando pela primeira vez desde que se afastou. - Obrigada pelo desenho e... Obrigada por tudo, Zayn. Não sei nem como se agradecer.

"Ficando aqui..."

— Tudo bem, amigos... São pra isso, certo? - eu disse com uma certa frustração, vendo-a assentir e abrir um pequeno, quase imperceptível, sorriso.
— Certo. - respondeu indo em direção a porta - Boa noite, Malik.
— Boa noite, Devine.

So we'll soar
Luminous and wired

Dora Devine

Assim que entrei em casa e tranquei a porta, senti meu coração se acalmar um pouco. Se eu tinha dúvidas do que eu sentia antes, agora eu tinha certeza de que meu coração masoquista já estava caindo de amores novamente. Aquele beijo me deixou completamente estarrecida e quase me levou para um outro mundo, mas quando eu me dei conta do que estava fazendo, resolvi sair de lá o mais rápido possível.

Agora que eu havia finalmente me livrado de Pedro e toda aquela confusão, eu me sentia leve, porém ainda um pouco sufocada. Com certeza aquela noite não tinha sido nada fácil pra mim e minha cabeça estava uma bagunça, por isso meu emocional ainda estava abalado e tudo o que eu precisava era de um ombro pra chorar até essa agonia passar. 

Como se o universo concordasse comigo, um trovão cortou o silêncio, o que me assustou imediatamente. Larguei minhas coisas e subi rapidamente as escadas, entrando no meu quarto e me livrando daquele vestido maldito, vestindo a roupa mais confortável que encontrei no meio da bagunça do meu guarda-roupas. 

Entrei devagar no quarto da frente com os olhos já cheios de lágrimas, vendo o corpo sonolento do meu irmão caído na cama sob' a meia luz de seu abajur ligado.

— Josh? 

Chamei com o fio de voz que saiu da minha garganta, o que pareceu ser suficiente para fazê-lo acordar. Vi seus olhos castanhos sob' mim e então sua expressão de preocupação.

— Posso dormir aqui com você hoje?
— Claro que pode, Dora. - disse com a voz um pouco rouca - Está tudo bem?

Tudo o que consegui fazer foi balançar a cabeça negativamente, me deitando ao seu lado e sentindo seus braços me abraçarem forte, enquanto meu corpo se esquentava embaixo da coberta dele. Do mesmo jeito que ele me abraçava, eu o abracei, ganhando um beijo na testa em resposta. 

— Você quer falar sobre isso agora? - ele perguntou baixinho.
— Não. Agora não. - eu respondi me aconchegando melhor em seus braços.
— Tudo bem. Eu estou aqui, certo? Não vou a lugar nenhum.

Assenti e fechei os olhos, sabendo que não haveria lugar melhor para estar.


We'll be glowing in the dark


OLAR?
Eu sei, eu sei. Demorei um ano pra postar esse capítulo. Eu sei, eu sei. Como sempre, eu tenho uma boa desculpa pra isso e dessa vez não tenho culpa. Crise de criatividade. Pois é. De jeito nenhum eu estava conseguindo escrever esse capítulo, e nada parecia me ajudar a melhorar a situação. Então agradeçam ao Coldplay. Foi por culpa dessa banda que eu finalmente consegui finalizar esse capítulo. Charlie Brown, a música do capítulo e tema principal dela, é uma música que mexe comigo de uma forma bastante estranha, mas me deixa bem e inspirada. Então quis usá-la como inspiração maior para esse capítulo. Se quiser, pode ler ouvindo-a, super recomendo, tá? Bom, peço que me perdoem por esse deslize terrível (quase um mês, né?!) e que gostem dessa capítulo. Deixe nos comentários seus xingamentos, elogios, conselhos, sugestões, bandas incríveis e tudo mais que quiser, certo? BEIJOS ♥

12 comentários:

  1. Eu ainda te mato! Eu amo a fic, amei i capítulo, amo os personagens e acho que até amo vc! MAS VC N PODE LEVAR TANTO TEMPO PRA POSTAR.
    Se desaparecer de novo eu vou na sua casa e te obrigo a escrever! Brincadeira. Continuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaasaaaaaaaaa

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    1. NÃO ME MATA, MULHER!, ainda tenho tanto pra viver! oihsdoahsdi Brinqs. Cara, miiiiil desculpas por essa demora, de verdade, até eu queria me jogar da ponte (risos), mas escrever sem inspiração nem rola, né? Graças a Deus essa fase já passou, porém estou em semana de provas, então só no fim de semana poderei postar, certo? OBRIGADA, COISA LINDA ♥

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  2. Ai que maravilhosa esse capitulo to amando essa fic parabens

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    1. Maravilhosa é você, sua linda, OBRIGADA ♥

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  3. Pode continuar pfv, não aguento ficar esperando, já esperei muito :(

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    1. Desculpe por demorar tanto, anjo, de verdade. Estou em semana de provas, então não tem como escrever muito, mas quero postar no fim de semana, certo? Obrigada pela paciência, mulher, de verdade ♥

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    2. Te entendo né, estou nessa mesma situação de provas mas enfim, adoro a sua fic e vale a pena esperar por uma coisa que a gente gosta né? Hahaha ❤️

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    3. AI QUE LINDA, ME ABRAÇA! Obrigada por isso, anjo, sério mesmo ♥♥♥♥♥♥

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  4. Não no fim de semana que você iria postar ?

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    1. Amor, nem sempre as coisas saem como o planejado. Eu queria sim ter postado no fim de semana, mas foi uma semana bagunçada. Desculpe por isso xc

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  5. Como assim crise de criatividade ? No ultimo capítulo você comentou que tinha Enem, trabalhos e sua internet não tava pegando , e agora comenta que é crise de criatividade? Num to entendendo mais nada !!??

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    1. Acalme-se, moça! ljkdgsjtert Muitas coisas acontecem. Esses foram sim os motivos de eu não ter postado — PLUS — a falta de criatividade por estar com a cabeça voltada a essas coisas. PORÉM, as férias chegaram e terei mais tempo para escrever. Relaxxxx :D

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