The Traitors - Capítulo 29

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Capítulo vinte e nove - Revelações / Parte 02

SeuNome White P.O.V's
 No momento eu olhava Judy com raiva. Tentava me mover na direção dela a impedindo que estragasse tudo e então um slide de fotos começou a passar no telão. Não desgrudei meus olhos por um momento sequer e minhas pernas vacilaram quando a foto do casal olhando diretamente pra câmera apareceu. Era minha mãe e Charlie. Eu não conseguia falar nada, lágrimas já corriam pelo meu rosto e Liam me puxou para um abraço e quando olhei a platéia, várias pessoas iam embora reclamando e me olhando feio. Pararam quando Judy pausou na foto e começou a falar.
Judy: Senhor White e senhora Payne... eu só queria dizer que sinto muito, eu tentei fazer com que SeuNome desistisse mas ela não me deu ouvidos. Os verdadeiros traidores não são quem estão sendo apontados. São quem sempre se esconderam em um papel santo. Não tirei essas fotos por querer, foi sem querer; aliás nem foi eu quem as tirei. Peço desculpas a todos aqui, mas os verdadeiros traidores são Lydia e Charlie. Não sei a quanto tempo eles vem tendo um caso, mas presumi que aproveitavam ao máximo quando viam uma brecha para se encontrarem. Me desculpem mas... não poderia deixar os verdadeiros culpados passarem nessa como anjos, quando na verdade são os próprios demônios.

 Olhei para baixo e vi que meu pai estava de pé ao lado da minha mãe a encarando, vi ele levantando a mão ameaçando lhe dar um tapa então eu corri o mais rápido que pude até onde eles estavam, meu pai me encarou e percebi que estava desapontado. E deveria.
John: Porque fez isso SeuNome?- as lágrimas começaram a cair de seus olhos em um ritmo acelerado-
Eu: Pai... me desculpa eu não...
John: Vamos pra casa.- minha mãe se levantou- Menos você, lá você não pisa mais.

 Procurei por Liam em cima do palco enquanto meu pai me arrastava pra fora mas não o achei, eu tinha que pedir desculpas a ele mas no momento minha cabeça estava a mil. Aquilo não poderia estar acontecendo. Eu estava errada eu sempre estive e sempre quis ter a razão. Meu pai não era um traidor. Assim que saímos do salão eu vi o carro do meu pai já parado na porta, entrei imediatamente enquanto ele dava a volta pra entrar pelo lado do motorista. Eu não sabia o que fazer, não sabia se ficava quieta ou se dizia alguma coisa pra me defender ou tentar me explicar. Quando meu pai entrou no carro acelerou fazendo com que as pessoas a frente saíssem do caminho. Quando dei por mim já estávamos em uma avenida movimentada, quietos e com o rosto molhado pelas lágrimas.
Eu: Pai eu juro que não queria que isso tivesse acontecido.- comecei e percebi que ele estava ouvindo pela apertada que deu no volante- Eu pensava que era você o tempo todo e agora percebo o quão idiota eu fui... porque vocês se encontravam?
John: Ela queria ajuda com os negócios de Charlie.- fungou- Eu só queria ajudar, ser gentil afinal ela é minha secretária e convivemos juntos... a nossa relação no trabalho foi mais adiante e devo dizer que que viramos amigos e ela me dizia coisas que não me deixava feliz. Charlie não era um bom marido.
Eu: E as mensagens? O que ela queria dizer com não conte a ninguém e que ia revelar tudo?
John: Eu e ela estávamos com um projeto secreto pra empresa White e ninguém poderia saber, eu não estava levando muito a sério mais passei a levar quando vi que ia dar certo, Shirley sempre me ajudou e sempre teve boas ideias. Por isso você vinha com aqueles papos estranhos de culpa, não é?
Eu: Eu estava totalmente enganada pai, me perdoa? Eu não queria que tivesse chegado a esse ponto, o ódio me cegou.
John: Mas é claro que perdoo.- ele tirou a atenção da pista por um tempo e me olhou com um sorriso
de canto deixando transparecer o quanto estava triste-
Eu: Vocês vão se separar, não vão?
John: Eu não suportaria mais viver com sua mãe, eu não suportaria mais olhar na cara dela eu não suporto nem mesmo pensar nela. Eu vou acionar meus advogados o mais rápido que puder e vou deixá-la sem nada. Tudo o que eu consegui com o império White foi com o meu suor, foi sozinho. Um traidor merece terminar sozinho e na ruína.

 Ele estacionou o carro na frente de casa e me disse pra ir na frente e que daria umas palavrinhas com os seguranças. Eu obedeci entrando em casa ainda com o coração apertado e cheio de arrependimento mas queria permanecer firme. Me joguei no sofá esperando com que meu pai entrasse em casa e enquanto ele não o fazia eu peguei meu celular e digitei uma mensagem pra Liam, na verdade um texto mas quando reli apaguei e apenas perguntei se estava tudo bem. Ouvi uma gritaria do lado de fora da casa e aos poucos vinha se aproximando e então a porta se abriu revelando meu pai e minha mãe. os dois estavam com feições nervosas e eu estava cada vez me sentindo mais culpada por essa briga.
John: COMO VOCÊ TEM CORAGEM DE PISAR NESSA CASA DEPOIS DE TUDO O QUE VOCÊ FEZ?- ele gritava-
Lydia: VIM BUSCAR O QUE É MEU!
John:- riu sarcástico- Tudo o que você diz que é seu você comprou com o meu dinheiro sua vagabunda.- ele pegou nos braços dela, me levantei com medo do que viria a seguir- Nada sai dessa casa a não ser você.
Eu: Pai...
John: Então saia daqui agora porque dessa casa você não leva nem suas calcinhas.
Lydia: Onde eu vou ficar? Com o que eu vou me vestir?- ela perguntou desesperada e eu também estava, minha mãe não poderia ficar na rua por mais vagabunda que fosse-
John: Não pergunte isso pra mim, pergunte pro seu amante filho de uma puta.- ele a conduziu até a porta a força- Passar bem.- a empurrou pra fora e bateu a porta na cara dela-
Eu: Pai você tem certeza que precisava ser tão rude?
John: Eu não estou com cabeça pra ficar dizendo o que é certo ou não agora. Eu vou subir e tentar me acalmar.- veio até e mim e me deu um beijo na testa- Muito obrigada por abrir meus olhos.

Liam Payne P.O.V's
 Acordei com o sol batendo em meu rosto e uma dor desconfortável em minhas costas. Quando despertei totalmente percebi que estava deitado no sofá de mal jeito, me endireitei e olhei em volta. A noite não havia sido fácil e os próximos dias prometiam várias emoções. Me levantei indo até a cozinha o mais vagarosamente que eu conseguia e quando cheguei lá vi minha mãe sentada em uma das cadeiras perto do balcão com uma xícara em cima dele e de dentro dela saia fumaça alertando que o líquido dentro estava quente.
Shirley: Bom dia.- reparei mais em seu rosto, seus olhos estavam inchados e ainda haviam vestígios de maquiagem borrada neles, sua feição era de completa tristeza-
Eu: Bom dia.- suspirei me sentando ao lado dela- Como se sente?
Shirley: Como você acha? Seu pai veio aqui de madrugada e pegou todas as coisas dele, pelo visto já decidiu o que quer.
Eu: Porque não me chamou? Devíamos conversar.
Shirley: Conversar o que? Sobre como era o sexo com aquela vadia da White? Eu não quero saber.
Eu: Vocês vão se separar?
Shirley: Certamente e se quer saber eu prefiro assim.- seu tom era de desapontamento- Mas não posso negar que ainda sinto algo pelo seu pai, foram tantos anos de casados que eu nunca pensei que ele pudesse fazer isso... e eu que pensava que o problema era comigo, que eu que havia estragado esse casamento mas na verdade eu era o mínimo dos problemas.
Eu: Com o tempo a senhora acha algum homem melhor... acha que ele vai voltar aqui?
Shirley: Não sei e se voltar eu chamo a polícia, essa casa está no seu nome, se não quiser eu e quiser ele eu saio sem problemas.
Eu: Mãe não fala bobagem.- peguei a mão dela e a acariciei- Eu não vou fazer com a senhora o que meu pai fez, eu não vou te abandonar.
Shirley:- sorriu de lado- Obrigado filho, você é a coisa mais importante desse mundo pra mim, eu te amo.
Eu: Eu também te amo.- sorri-
Shirley: Conversou com a SeuNome?
Eu: Ela me mandou mensagem ontem mas eu nem respondi.
Shirley: Deveria responder... ou ir até a casa dela, ela também deve estar péssima.
Eu: Acho que vou dizer pra ela vir aqui, não quero te deixar sozinha.
Shirley: Não precisa.
Eu: Mãe.- a repreendi- Me grita quando ela chegar, vou tomar um banho.

 Dei um beijo carinhoso na testa da minha mãe e subi as escadas digitando a mensagem pra SeuNome. Eu estava sentindo que as coisas ficariam estranhas entre nós dois agora e acho que seria melhor até se terminássemos o relacionamento mas eu não sabia se era certo fazer isso com ela ou fazer isso até comigo mesmo porque seria uma tortura terminar com a garota que sempre quis ter ao meu lado. Entrei no meu quarto e senti o celular vibrar em minha mão, abri a mensagem e era de SeuNome dizendo que já estava a caminho. Entrei no banheiro já tirando a roupa e tratei de ir logo pra debaixo do chuveiro o ligando e deixando a água fria fazer contato com meu corpo quente. Me encostei no box e comecei a pensar em como seria a minha vida agora, pais separados, fracassado e possivelmente sem namorada e era horrível mesmo ainda não vivendo esse momento. Terminei meu banho quando a campainha tocou, sai do banheiro correndo e me sequei em seguida vestindo uma calça moletom escura e uma camisa branca bem surrada. Desci as escadas sem nenhum tipo de empolgação e quando cheguei na sala SeuNome conversava com a minha mãe, quando me viram elas pararam de conversar pra me encarar.
Eu: Oi SeuNome, será que podemos conversar?
Você: Claro.- ela me olhou tentando sorrir e reparei que seus olhos estavam vermelhos, ela havia chorado-

 Andei até a área de lazer com ela me seguindo em silêncio, me sentei em uma cadeira e ela se sentou em outra de frente pra mim.
Você: E então, como você tá? Não parei de pensar isso um segundo sequer, porque não respondeu minhas mensagens?
Eu: Eu não respondi porque eu não quis.- tentei parecer grosso e pela cara que ela fez eu consegui-
Você: Não quis? Eu estava morrendo de preocupação e com medo de você estar com raiva de mim.
Eu: Raiva porque? Eu ajudei você com isso tudo e se quer saber os únicos culpados disso tudo são meu pai e sua mãe.
Você: Tem razão... sua mãe está péssima.
Eu: Você tem certeza que quer falar dos nossos pais agora? Acho que temos assuntos mais importantes.- eu estava tentando parecer mais seco agora mas minha voz falha me denunciava-
Você: Você quer falar sobre nós, não é? Você quer me dizer que não damos mais certo e que vai ficar estranho pra nós por que nossos pais estão separados e tudo isso é culpa nossa. Você vai me dizer que é difícil pra você mas que quer terminar comigo, não é isso?- assenti- Eu devo acrescentar que também está difícil pra mim.
Eu: Mas te ver aqui na minha frente só prova o quanto eu te amo e que por mais que estejamos passando por isso não devemos desistir um do outro.
Você: Se soubesse o quanto eu também pensei em terminar com você hoje, mil formas diferentes e não consigo executar nenhuma.
Eu: Não quero que termine comigo.- peguei a mão dela a acariciando e nossos olhares se encontraram- Apesar de tudo eu quero continuar com você.
Você: E se não aguentarmos a pressão?
Eu: Tiramos forças da onde não temos.- sorri e ela sorriu também fazendo meu coração se acelerar-
Você: Eu tenho que ir pro apartamento onde minha mãe está levar umas coisas pra ela.- disse se levantando e limpou os olhos, parecia estar fugindo- E admito que quero muito vê-la.
Eu: Eu te entendo.- me levantei também e a puxei pra um abraço-
Você: Me liga depois?- ela acariciava meus cabelos-
Eu: Com toda a certeza.

 Demos um selinho demorado mas muito melhor que um beijo de língua e então de cabeça baixa SeuNome foi se afastando e quando finalmente saiu do meu campo de vista eu desabei na cadeira com o rosto entre as mãos me derramando em lágrimas. Minha família estava destruída, meu namoro estava em crise e eu tinha certeza que os problemas não paravam por ai. Eu só queria fugir do mundo por um tempo, eu só queria poder me esconder até que essa tempestade passasse. Eu só queria que tudo ficasse bem.

SeuNome P.O.V's
 Eu não estava bem, aquilo era visível, mas perceber que Liam não terminou comigo por pena ou algo do tipo é algo que eu não quero ter que ficar pensando. Era horrível me sentir assim. Antes de dirigir até o apartamento que minha mãe estava eu resolvi ir até a casa de Judy, eu deveria agradecer ela mesmo uma parte de mim me dizendo que a melhor solução seria dar um soco na cara dela. Na velocidade que dirigia eu não demorei muito pra chegar e assim que estacionei suspirei durante alguns segundos e sai do carro indo até a porta e tocando a campainha uma, duas, três vezes e ninguém atendeu. Presumi que a casa estava vazia e quando me virei pra ir embora ouvi um barulho da mesma se abrindo, me virei rapidamente e vi Judy na porta. Sorri ao vê-la e ela fez o mesmo ao me ver e aquele sorriso me transmitia conforto, sabia que poderia contar com ela.
Judy: Eu estava preocupada com você.- me aproximei e ela me abraçou- Me desculpa, você sabe que não fiz por mal mas não sabia como te impedir...- ela acariciou meus cabelos-
Eu: Uma parte de mim me diz pra te abraçar e dizer que te ama e a outra me diz pra te socar até a morte.- disse quando saímos do abraço e ela soltou uma risadinha-
Judy: Você já está bem?- deu espaço para que eu entrasse na casa e quando entrei ela fechou a porta-
Eu: Nenhum pouco se quer saber.- me sentei no sofá- Está sozinha?- disse quando percebi que a casa estava quieta demais-
Judy: Mais ou menos, Beck está dormindo lá em cima e não acho uma boa ideia acordá-la já que dormimos quase agora.- se sentou ao meu lado-
Eu: Minha vida está de ponta cabeça agora, não sei o que eu faço, meu pai expulsou minha mãe de casa e pelo visto vai deixá-la sem nenhum centavo.
Judy: Ele está certo, você não acha?
Eu: Mais ou menos... ela é minha mãe e por mais que tenha feito o que fez não gostaria de vê-la morando na rua.
Judy: Pode crer que na rua ela não fica, sua mãe tem pose de madame, se não conseguir um emprego, consegue um novo marido.
Eu: Muito obrigada.- disse irônica- Eu fui na casa de Liam e ele quis terminar comigo, admito que eu pensei em terminar com ele mas acho que ficaremos mais fortes juntos.
Judy: E o que você disse?
Eu: O que você acha que eu disse? Eu não tenho boca pra nada quando preciso, eu só sei chorar. Não quero ir pra escola porque não quero ver meus pais e eu sendo piada e, principalmente meu relacionamento com o Liam. Não terminamos mas sei que estamos em um tipo de crise, não sei se aguentaremos muito tempo.
Judy: Acho que aguentam, vocês já passaram por tanta coisas juntos SeuNome, acho que devem ficar juntos por muito tempo.
Eu: Eu não sei se isso vai ser bom pra mim. Minha cabeça diz pra eu terminar e meu coração pra continuar e eu lembro que minha mãe me disse uma vez quando eu era mais nova que o coração é traiçoeiro... isso soa tão irônico.
Judy: O coração não é traiçoeiro, as pessoas são.
Eu: - suspirei- Nessas horas eu queria ter experiência de vida pra saber o que fazer.
Judy: E pra que? Viva o momento SeuApelido, a vida é feita de altos e baixos e você tem que superar os momentos ruins.
Eu: Vou tentar...
Judy: Vou acordar Beck e avisar que você está aqui.- ela se levantou-
Eu: Não, não precisa. Eu tenho que ir, fiquei de levar as coisas da minha mãe no apartamento onde ela está e quero fazer isso logo.- me levantei também-
Judy: Tudo bem então.- me puxou pra um abraço apertado- Qualquer coisa pode me ligar, mandar mensagem ou vir aqui em casa...
Eu: Okay, só não vou a aula por esses dias mas eu vou ficar bem.- sorri saindo do abraço e me dirigi até a porta com Judy atrás de mim- Até mais Judy e obrigada por não me deixar passar mais vergonha ontem.- tentei sorrir-
Judy: Como eu disse; se precisar vou estar aqui.

 Sai da casa e estava um pouco aliviada por perceber que estava tudo bem entre mim e Judy, precisava dos meus amigos comigo nesse momento. Quanto a Beck depois mandaria uma mensagem me desculpando por não ter dado ouvidos a ela nem a Niall, eu fui uma idiota.

 Infelizmente a hora que mais temia havia chegado, ficar frente a frente com minha mãe depois de tudo. Ela deveria estar péssima, apesar de ser uma traidora os traidores também sofrem quando são descobertos e apesar de tudo ela continua sendo minha mãe. Dirigi até o apartamento com auxílio do GPS e no caminho eu formava um discurso e um diálogo entre eu e minha mãe, mas minha cabeça estava avoada com o que tinha acontecido entre mim e Liam mas não podia pensar muito nisso porque estava mais focada na minha família agora. Quando a voz do GPS avisou que eu havia chego ao meu destino eu estacionei em frente ao prédio de pelo menos quinze andares e desci do carro com algumas sacolas de coisas da minha mãe nas mãos, depois voltaria pra pegar o resto. Entrei no prédio depois de falar com o porteiro e e me dirigi até o elevador com as instruções dele. Apertei o número do décimo andar e esperei algum tempo até que parasse, peguei as sacolas e quando as portas do elevador se abriram eu sai a procura do número do apartamento que meu pai havia dito que ela estava, quando achei resolvi checar se a porta estava aberta e sorri ao ver que estava, entrei batendo em algumas coisas e olhei em volta vendo que tudo estava quieto. Coloquei as sacolas em cima do sofá e resolvi ir ver onde minha mãe estava, procurei na primeira porta, nada. Na segunda, nada. E quando cheguei na terceira porta a abri.
Eu: Mãe?

 Me assustei com o que vi, mas não sabia se o susto era pior do que a dor que eu estava sentindo no peito. Minha mãe estava na cama, nua e junto a Charlie. Quando ela me viu, ficou séria e procurou algo pra se cobrir enquanto Charlie escondia com um travesseiro suas partes íntimas.
Lydia: Me desculpa!- ela se levantou vindo até mim e eu me afastei a medida que ela se aproximava- Eu... eu não sabia que viria tão cedo.- ela segurou meu braço e quando a encarei ela estava sem graça-
Eu: E eu nem deveria ter vindo... sua vadia.

Continua...
Olá gente, prometi postar em breve e aqui está. Meu Deus eu ia postar ontem mas acabou a energia duas horas da tarde e só voltou as quatro do dia de hoje, fiquei doida. FELIZ ANIVERSÁRIO PRA MIM, não que interesse a vocês mas já que meu dia foi tão ruim, o presente vai pra vocês. Finalmente a verdade veio a tona! Que vadia a Lydia, hum? Espero que tenham gostado, estou escrevendo o próximo que vai ser o penúltimo, triste não é? Não vou falar mais porque já falei muito e isso deixa as pessoas entediadas, se é que estão lendo aqui, enfim, até logo pessoal.

2 comentários:

  1. Nossa que vadia. Não acredito que o próximo já é o penúltimo cara, é realmente triste. Continua bjs

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