Moments - Capítulo 14

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A sweet stranger...

Dora Devine

Não sei como eu acabei dormindo, mas talvez o cansaço do dia tenha me pegado de jeito ali, já que eram quase quatro horas da manhã e eu não tinha mais o costume de dormir tão tarde, ainda mais quando eu teria que estar de pé duas horas depois para ir pra faculdade. Só me dei conta de que eu havia caído no sono quando senti um par de braços me tirar do chão e colocar meu corpo perto demais de outro. Eu não precisava abrir os olhos para saber o que estava acontecendo.

Ainda de olhos fechados eu senti sua mão tirar os fios de cabelos que estavam espelhados pelo meu rosto, ajeitando meu corpo mole e sonolento sobre seus braços. Eu juro que não queria, mas meus braços tomaram vida própria e se prenderam em volta dos ombros dele, fazendo com que meu nariz fosse parar direto em seu pescoço, sentindo o cheiro de sabonete e loção pra barbear, tudo junto. Era bom.

Malik começou a andar e eu me apertei mais a ele, com medo de cair, porém sem abrir os olhos e sem intenção nenhuma de fazê-lo. Eu não sabia qual era a sensação de ser carregada desde que meu pai parou de me levar pra cama sempre que eu dormia no sofá quando eu assistia filmes até tarde. Acho que acabei fincando velha e pesada demais para ele me carregar, então no dia seguinte eu acordava no sofá com uma coberta sobre meu corpo e com uma dor terrível. 

Assim que ele parou de andar, percebi que havíamos chegado em casa. Com certa dificuldade, ele abriu a porta e seguiu até a escada, a qual ia subindo com cuidado, bem devagar, sem pressa alguma. Digamos que eu também não tinha pressa de sair dali. Chegamos ao segundo andar e, segundo depois, senti meu corpo ir de encontro com a maciez do colchão e uma leveza tomar conta dele, num tipo de agradecimento silencioso. Depois, uma coberta grossa foi colocada sobre mim e a janela foi fechada. Eu estava quase rindo por perceber o quão cuidadoso Malik estava sendo comigo.

Eu não aguentei e comecei a gargalhar, virando de frente pra ele ainda deitada na cama, enquanto ele me encarava como se estivesse vendo um fantasma. 

— Você estava acordada esse tempo todo? - eu abri um sorriso largo e ri novamente, vendo-o revirar os olhos como uma criança mimada. — Caramba, eu tive que me matar pra trazer você até aqui!
— Ei, está me chamando de gorda?! - eu me sentei na cama, levantando uma de minhas sobrancelhas mal feitas.
— Se você está dizendo...

Um dos travesseiros rapidamente saíram de minha mão diretamente contra ele, que desviou rindo descaradamente na minha frente confirmando a pergunta que eu acabara de lhe fazer. Acho que nenhuma de suas irmãs o ensinaram que não se deve dizer que uma mulher está gorda. Nem mesmo insinuar. Era um grande perigo para sua existência.

— Olha aqui, Zayn Malik, você está na minha casa, no meu quarto! Não tem direito de me insultar dessa forma descarada, ouviu?!
— Não seja por isso. Vou te insultar na minha casa.

Quando ele foi saindo dali, um ato súbito e sem controle algum fez com que eu pagasse o maior mico de toda a minha vida humilhante e constrangedora. Minha boca se abriu no mesmo instante em que meu coração deu um espasmo desesperado em contradição a frase que o idiota a minha frente havia acabado de falar. Nunca pensei que meu corpo fosse tão traíra dessa forma. Alguém quer trocar?

— Não!

Aquilo foi dito quase como um grito ridículo e carente. Ele, que estava de costas, virou-se rapidamente e me olhou de uma forma surpresa que fez eu me sentir ainda mais envergonhada. Minhas bochechas começaram a queimar como se eu estivesse com um fósforo acesso bem perto delas, denunciando a minha fraqueza interna. Meu Deus, acho que fui destinada a sofrer humilhações nesse mundo cruel!

Pigarreando e tentando recompor a compostura que eu havia acabado de deixar escapar, eu resolvi acabar com aquele momento vergonhoso de uma vez por todas e excluí-lo da minha mente para todo o sempre.

— Quer dizer... Você não pode ir embora sem apagar a luz. - eu olhava atenta pra ele, buscando qualquer indício de que ele havia caído naquela desculpa mais velha que Chitãozinho e Xororó.
— Ah, tá... Tudo bem. - meio desconfiado, ele abriu um sorriso minúsculo no canto dos lábios e apagou a luz, desejando um "boa noite" baixinho e dando o fora dali, me deixando sozinha imersa na vontade que eu estava de me jogar da sacada.

Assim como Lana Del Rey, naquele momento eu queria estar morta.

HORAS DEPOIS...

— Row, row, row your boat gently down the stream. Merrily, merrily, merrily life is but a dream...

Minha consciência cansada e um pouco brava detectou uma voz não muito longe, cantando uma das músicas que eu costumava cantar antes de dormir junto com minha mãe. Ainda de olhos fechados (eles se recusavam a abrir), eu percebi que aquela voz continuava a cantar e, para a minha infelicidade, eu não conseguia identificar quem era. Não era uma voz familiar.

Meu dia na faculdade tinha sido extremamente cansativo e eu se quer me lembrava dos acontecimentos do meu dia antes de me jogar nesse sofá e cair no sono. Eu queria muito continuar dormindo, mas aquela vozinha fina e feliz não me deixava em paz. 

— Row, row, row your boat gently down the stream. If you see a crocodile, don't forget to scream...

Com um pouco de dificuldade, eu abri os olhos e pude ver uma garotinha loira sentada no chão da sala, mexendo no meu celular e cantando alegremente aquela cançãozinha. Eu nunca tinha visto aquela criança em toda a minha vida e fiquei um pouco assustada, já que Josh tinha ido para o estúdio com Sandy, Jon e Dan e eu estava completamente sozinha em casa. 

Ainda morrendo de sono, me sentei no sofá observando aquela menina e me perguntando se ela era algum tipo de criança feiticeira, sei lá. Antes de cair em sono profundo no sofá da sala, eu tinha fechado a porta e, aparentemente, ela não alcançava a maçaneta. Acho que não passava dos cinco anos de idade. Ela percebeu que eu havia acordado e abriu um sorriso largo, parecendo surpresa.

— Oi! - ela disse num sotaque forte.
— Oi. - eu disse com as sobrancelhas juntas - Por onde você entrou?

Ela apontou para a porta entre-aberta, me mostrando que eu estava muito enganada ao pensar que ela não alcançaria a maçaneta. Assenti. Ela se levantou e colocou meu celular ao lado da TV desligada, correndo com suas perninhas curtas até o sofá onde eu estava, se aconchegando do meu lado. Eu não sabia muito bem o que fazer, já que eu nunca tinha lidado com uma criança por mais de cinco minutos em toda a minha vida, apesar de adorar todos eles.

— Qual é o seu nome? - ela perguntou direcionando seus olhos azuis para mim, com um sorrisinho nos lábios meio sujos de chocolate.
— Dora. E o seu? 
— Meu nome é Lux Atkin e eu tenho três anos! - ela disse entusiasmada, mostrando três dedos pra mim. Eu sorri.
— Legal.
— Sua casa é bonita. - ela disse balançando as penas - Minha mãe disse que vai pintar unicórnios no meu quarto. Você gosta?
— Ahn... Sim, unicórnios são... É, eles são bem... Engraçadinhos. 

Eu sabia que aquela criança era inofensiva, mas a parte medrosa do meu cérebro estava completamente alerta a todos os movimentos dela. Ela continuava sentada, falando igual um filhote de matraca, balançando as penas e gesticulando bastante. Seu cabelo estava amarrado no estilo Chiquinha e estava um pouco bagunçado, tanto que ela passava a mão nele constantemente, para tirar alguns fios do seu rosto.

Ela usava uma camiseta rosa de listras verdes, uma calça preta e um coturno rosa mais estiloso que todas as pessoas que já conheci em toda a minha vida. Apesar de estar um pouco incomodada e confusa com sua presença na minha humilde sala de estar, eu não podia negar que ela era a coisa mais linda desse universo. Era muito fofo ver ela falar das coisas que gostava e das bonecas que havia ganhado em sua festa de aniversário, e toda vez que ela sorria com aqueles dentinhos pequenos me fazia quase derreter. 

— Você gosta de assistir desenhos? - eu perguntei e ela assentiu. Eu me levantei e peguei o controle ao lado do meu celular que ela havia colocado lá mais cedo, ligando a TV. - E o que você gosta de assistir?
— Eu absolutamente amo Hora de Aventura! - respondeu ela do jeito mais animado possível, me fazendo rir um pouco. Procurei pelo canal Cartoon Network e, por sorte, estava passando o desenho que ela gostava. Peguei meu celular e coloquei o controle no mesmo lugar em que estava.
— Bom, então eu vou fazer uma ligação e você fica aí assistindo. Não saia daqui até eu voltar, tudo bem? 

Depois que ela assentiu sem ao menos tirar os olhos da tela da televisão, eu corri para a cozinha já digitando o número do celular de Josh prometendo a mim mesma que eu o mataria se não me atendesse, seja lá onde esteja ou o que esteja fazendo. Um pouco ansiosa, eu caminhei em toda a cozinha, subi em cima do balcão, abri os armários, a geladeira... Ele atendeu.

— Dora? Aconteceu alguma coisa? Você está...
— Tem uma criança estranha aqui. - eu o interrompi, sem muita paciência para monólogos. Ele ficou um certo tempo calado, até perfurar o silêncio com o seu bordão:
— Hã? - eu revirei os olhos - Do que está falando?
— Josh, escuta, tem uma menina aqui e eu nunca a vi em toda a minha vida! - eu respondi, ainda andando pela cozinha.
— Como você deixou uma criança estranha entrar? 
— Eu estava dormindo, não tinha como eu saber que alguém iria invadir a casa. - eu parei em frente a porta da cozinha e vi ela cantando junto com o cachorro bizarro do desenho. 
— Você não perguntou quem são os pais dela ou algo assim?
— Eu conheço as crianças que moram no complexo, Josh, ela não é daqui. - eu respondi voltando a andar.
— Dora, eu não posso sair daqui ainda. Pede ajuda pra alguém, não sei. Vê se o Louis está em casa, ou o Liam. Ele é bom com crianças.
— Tudo bem, eu vou ver o que consigo fazer. Mas se eu estiver morta quando você chegar, pelo menos já sabe quem foi. 
— É uma criança! - ela respondeu gargalhando do outro lado - Não seja dramática!
— Estou apenas avisando.
— Olha, eu tenho algumas coisas pra fazer ainda, então me liga se acontecer alguma coisa, tá? Te amo.
— E eu te odeio.

Depois de desligar o telefone, eu ainda tentei ligar para todos os outros meninos e as meninas, mas nenhum deles me atendeu ou estavam ocupados demais. Eu estava tão assustada que liguei até mesmo para o idiota do Malik, mas nem atender minha ligação ele atendeu. Olhei novamente para aquela menina e eu soube que estaria completamente ferrada até alguém chegar para me salvar.

Voltei para a sala e me sentei ao lado dela, que nem ao menos se mexeu do lugar. Ela parecia bastante interessada no desenho, então resolvi ficar quieta e assistir também. Eu confesso que, apesar de ter achado o desenho meio idiota no começo, eu acabei gostando e nem se quer piscava igual a criança ao meu lado. Achei super engraçadinho aquela Princesa Jujuba e a vampirinha. Na minha época não tinha isso, não.

— Estou com fome.

Olhei para os olhinhos azuis daquela menina e me perguntei o que raios uma criança comia. Quer dizer, eu sei que todas elas gostam de doces e porcarias, mas eu com certeza não iria dar minhas preciosidades para essa menina desconhecida. Me levantei e fui até a cozinha com ouvindo seus passos atrás de mim. Ela se sentou na cadeira e eu abri a geladeira, procurando alguma coisa.

Achei um pedaço de queijo e mostrei pra ela, que fez cara feia e soltou um "eww". Tudo bem, já entendi que ela não gosta de queijo. Achei uma salada do almoço de ontem e mostrei pra ela, que negou com a cabeça. Mostrei leite, suco, biscoitos, bolo e mais um monte de coisas, mas a pestinha negou todos eles.

Até que decidi abrir o meu armário. Agora, me explica, pra que raios eu fui inventar de fazer isso? Os olhos daquela menina brilharam tanto que eu pensei serem um par de diamantes. É óbvio que ela não recusaria nada que estivesse ali dentro. Revirei os olhos e peguei um pacote de doces, mostrando pra ela.

— Você gosta de Gummy Bears?
— Sim, eu amo Gummy Bears! - ela respondeu se levantando e me olhando com expectativa. Entreguei o pacote a ela.
— Então pode ficar com eles. Aproveite, já que eu mesmo não vou fazer isso.

Ela correu de volta pra sala e subiu novamente no sofá, agora com o pacote de ursinhos entre as pernas e um deles na mão, já sem cabeça. Eu tinha um sério problema em ficar nervosa, já que eu sentia uma vontade imensa de fazer xixi quando isso acontecia. E foi exatamente o que fui fazer. 

— Lux, estou indo no banheiro, certo? Não saia daqui, eu já volto.
— Tudo bem.

Segui pelo corredor do outro lado da sala e entrei em uma das portas ali, sentindo aquele liquido nojento quase escorrer por minhas pernas. Assim que consegui me livrar dele, enquanto lavava as mãos, olhei para a minha cara e não fiquei tão surpreendida ao ver o quão a cabada eu estava. Depois de passar a noite acordada e ter dormido apenas quatro horas ou menos, aqui estou eu cuidando de uma criança que eu não sabia de quem era. E o pior, não estava recebendo nada por isso. 

Saí do banheiro apenas para ficar ainda mais estressada e frustrada. A sala estava completamente vazia, a TV falava sozinha e não havia nem rastros dos sapatos daquela criança estranha e devoradora de doces alheios. 

— Pra onde essa pestinha foi?

Procurei por ela em todos os cômodos do primeiro andar, mas não a encontrei. Subi as escadas e quase tive um infarto ao vê-la sentada em cima da minha cama com suas mãos e sapatos sujos, brincando com os ursos feitos de doces que ela comia e os outros que ficavam de enfeite ali em cima. Ela falava rápido e parecia ter montado um teatrinho. Era fofo, mas estava sujando tudo.

— O que está fazendo aí? - eu entrei no quarto e ela não parecia estar tão surpresa em me ver acabando com sua felicidade infantil.
— Estou brincando. - ela respondeu simplesmente, votando a mexer com os bichinhos.
— Eu disse para me esperar na sala.
— Mas seus ursos são tããããão fofinhos! - ela disse abraçando um deles e eu prendi um sorriso que estava quase escapando.
— Como sabia que eu tinha ursos aqui em cima? - eu perguntei juntando as sobrancelhas.
— Eu vi quando subi aqui. Você estava dormindo.

Minha boca se escancarou naquele mesmo instante. Quer dizer então que enquanto eu sonhava com os braços fortes e aquele mal caminho de Ian Somerhalder, essa coisinha fazia um tour pela minha casa? Isso com certeza estava ficando pior a cada minuto. Para a minha surpresa, Lux parou seu falatório para bocejar e se aconchegar mais em meus travesseiros, deixando claro que estava cansada e queria dormir.

Ela me entregou o pacote de doces e abraçou novamente um dos ursos, se deitando completamente em minha cama, como se fosse sua. Eu coloquei aquele pacote em cima da mesinha ao lado da cama e me deitei ao lado dela, que se virou de frente pra mim com seus olhinhos atentos e sapecas agora sonolentos e cansados.

— Você é bonita. - ela disse, fazendo meu ego dar um pulo - E eu gosto do seu cabelo.
— Obrigada, Lux. - eu respondi sorrindo, vendo-a sorrir também.
— Você deveria pintar ele. - ela respondeu, me fazendo juntar as sobrancelhas.
— Pintar o que?
— O seu cabelo. Ficaria ainda mais bonito de rosa. Eu amo rosa. - ela passava as mãos sujas no meu cabelo.
— Eu também gosto de rosa. - eu respondi rindo.
— Sabe, minha mãe pode fazer isso pra você. 
— Sua mãe é cabeleireira? 
— Aham. Ela faz isso no cabelo de um monte de gente. 
— Legal. Qual o nome dela?
— Mãe. - eu comecei a gargalhar e ela me olhava como se eu fosse louca. Lux, mais educada do que eu, colocou a mão sobre sua boca durante mais um bocejo, me mostrando que estava mesmo cansada.
— Está com sono, não está?
— Sim, mas eu não quero dormir. Eu quero brincar.
— Eu posso te ensinar uma brincadeira muito legal se quiser.
— Sim, eu quero! - ela parecia mais animada.
— É muito fácil. Quem dormir primeiro, ganha.
— Sem regras?
— Sem regras. Você só precisa dormir.

Ela me abraçou antes de fechar os olhos e cair no sono segundos depois. Ali, com uma garotinha estranha e suja de doce me apertando na minha cama, descobri que nem todas elas eram diabinhos disfarçados. Lux Atkin era um anjinho e por isso, Josh não iria me encontrar morta quando chegasse em casa. Sorte a minha.

ESTÃO VIVAS DEPOIS DE TANTA FOFURA? 
Pois eu, não. Eu amei demais escrever esse capítulo pelo simples fato de Lux Atkin ser mesmo um anjinho, mesmo tendo cara de criança sapeca. Sei que demorei séculos pra postar esse capítulo, mas eu tinha planos pra ele e acabei mudando tudo de última hora, inclusive, acho que irão gostar do próximo. AGORA ATENÇÃO:

Algumas pessoas acabaram percebendo que aconteceram alguns erros técnicos e o capítulo 06 foi repostado aqui, sendo que deveria ser o 14. Bom, eu vou explicar agora. Não fui eu quem postou esse capítulo, foi um erro do Blogger mesmo. Eu estava revisando os capítulos, arrumando alguns erros de ortografia e concordância, então o Blogger confundiu com um capítulo novo e acabou repostando. Enfim, foi mais ou menos o que aconteceu, até porque não entendo muito disso, mas essas coisas já aconteceram mais de uma vez comigo, então meio que percebi qual era o erro. Então fiquem avisadas, quando algum capítulo que já postei acabar sendo repostado aqui, é um erro do site, não sou eu, okay? Bom, e isso aí, desculpem pela confusão, tá? Os comentários estão livres para comentários construtivos, críticas, amor, ódio, conselho, sugestão, desabafo e qualquer coisa que quiserem, okay? O próximo capítulo sai loguinho! Já falei demais, chega hahaha BEIJUS

8 comentários:

  1. Que amorzinho ♡.♡
    Amei
    Continua

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    1. Obrigada amor, fico feliz que tenha gostado! Vou postar, logo, tá?! ♥

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  2. Continuaaaaa !! 😍

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    1. Sim, senhora! Continuarei, com certeza! xx

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    2. Que dia vc vai continua??

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    3. Essa semana, se tudo der certo, eu posto, talvez amanhã mesmo, tá? Esses últimos dias tem sido um tanto corridos pra mim e nem o computador eu conseguia ligar, mas hoje vou dar uma adiantada na fanfic e posto logo procês, certinho? xoxo (:

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