Moments - Capítulo 08

| | |

I write sins, not tragedies...

Dora Devine

Eu não queria, juro que não queria, mas eu estava gostando um pouco (só um pouquinho) daquela situação. Não há como negar, mesmo no meio de uma cena ridícula de filme romântico, o idiota do Malik sabe como dar um beijo bom e, por mais que fosse uma mentira deslavada e improvisada, pelo jeito ele queria mesmo fazer com que aquilo parecesse real. Pelo menos o carinho que ele demonstrava acariciando meu rosto durante o beijo era bem convincente.

Achei que o beijo estava longo demais, então decidi me afastar meus lábios dos dele, claro, com aquela sutileza de pessoa apaixonada que quer continuar sendo beijada apesar de tudo. Suas mãos continuaram em meu rosto, porém nossas testas foram coladas e meu coração palpitou por um instante no mesmo segundo. Sim, é uma droga estar carente, principalmente em situações onde você acaba beijando alguém que você odeia para fazer ciúmes em alguém que você ama (mesmo que não devesse amar) e o infeliz é um desgraçado de lindo. Tenho que admitir, né?!

— Por favor, me perdoa.

Achei que aquela cena já estava dramática demais para o meu gosto, então decidi abrir um sorriso falso e aproximar meu corpo do dele e finalizar logo aquela palhaçada. Mas antes, só para checar, olhei nova e rapidamente para Pedro, que continuava estático na mesma posição de antes, voltando a encarar os olhos castanhos de Zayn Malik. 

— Tudo bem, eu te perdoo.

Ele me abraçou com seu sorriso descarado trocado por um mais fofo e apaixonado, e eu fiz o mesmo, vendo Pedro já de costas andando na calçada com os ombros um pouco baixos. Fechei os olhos e suspirei aliviada, agradecendo (mesmo contra a minha vontade) o rapaz que me abraçava. 

CORTA! Fim de cena. 

Zayn me largou de supetão e trocou seu belo sorriso fofo pela cara de pessoa fechada e mal amada que ele era. Arrumei minha blusa e fiquei me perguntando se eu iria agradecer ou não, mas a sua cara de deboche que vi logo que decidi encará-lo me fez quase decidir que não.

— Eu vou agradecer, não precisa me olhar com essa cara feia. - falei com desgosto.
— Estou esperando.
— Nossa, você é chato pra caramba. - respondi esboçando uma careta - Okay, obrigada.
— Com essa cara? Faça o favor, Dora. Eu tive que beijar você!
— Não pedi. Me beijou porque quis e queria faz tempo.
— Da próxima vez, deixo você se virar sozinha com aquele babaca. Não é a primeira vez que salvo tua pele.
— Disse e repito: fez isso porque você quis.
— Não, fiz isso porque você implorou para que eu fingisse ser o seu namorado. - disse com uma das sobrancelhas levantadas, fazendo eu xingar a mim mesma por ouvir aquela afirmação e não ter como negar. - Olha, eu realmente queria muito ficar aqui discutindo com você, mas eu tenho coisas melhores pra fazer.
— Tipo escrever no diário como você gostou de ter me beijado?
— Não, ler o seu.

Meus olhos se arregalaram diante da cena que vi no segundo seguinte. Andando de costas e olhando fixamente para mim com aquele ar miserável de divertimento, ele levantou uma de suas mãos e eu pude ver uma agenda muito conhecida entre seus dedos. Meu coração começou a acelerar e um milhão de coisas a passar pela minha cabeça. A porcaria da agenda que ele agora mantinha dentro de sua casa podre era nada mais, nada menos que o meu FUCKING DIÁRIO! 

DEPOIS...

— Dora, fala sério! Um diário?

Louis gargalhava na minha frente, enquanto eu mantinha minha postura de alguém que não estava achando a mínima graça naquilo tudo. Sinceramente, qual é o problema de ter a porcaria de um diário? Eu não tinha muitos amigos, era difícil desabafar com Giovanna (ela falava demais) e minha mãe sempre fora ocupada demais para ter que ouvir meus dramas de adolescente. Então, que opção seria melhor do que escrever tudo? 

— Louis, para de rir e me ajuda! - reclamei manhosa.
— Não me leve a mal, de verdade, mas... Desculpe, tudo bem, foi mal. - disse tentando se recompor, prendendo o riso e cruzando os braços abaixo do peito. 
— Já parou com a palhaçada? - perguntei vendo ele apertar os lábios - Ah, Louis, esquece. Não dá pra conversar com você!
— Não, Dorinha, okay, eu paro. Juro! - disse me puxando pelo braço assim que dei um passo para longe dele, me fazendo voltar a posição inicial. 
— Tudo bem. - respondi - Preciso de ajuda pra recuperar meu diário. Só de imaginar que aquele imundo está lendo minhas coisas me dá vontade de cometer um homicídio! - falei, vendo meu amigo arregalar os olhos.
— Bom, então o plano é entrar lá como quem não quer nada e pegar o diário, certo? -  eu assenti e ele coçou a barba recém-nascida - Considerando o fato de que Malik não é assim tão idiota e já previa que você iria dar um jeito de pegar o seu diário, ele provavelmente escondeu em um lugar muito bem escondido.
— Então já era! - eu falei bufando, deixando os braços despencarem ao lado do meu corpo, sentindo um apertinho no coração. - Tudo o que é meu está lá dentro...
— Não, não, eu acho que sei o que pode fazer.
— Sabe? O que?
— Dar algo que vai surpreender ele.

Eu não tinha ideia do que Louis estava falando, mas para o bem da minha sanidade e saúde mental resolvi me agarrar ao único fio de esperança que me restava, que no caso era esse "algo surpreendente". Não tinha muita expectativa em relação ao lugar onde meu pobre diário estaria escondido neste exato momento. Deve ser um buraco, um porão sujo ou algo do tipo, abarrotado com as revistas de mulher pelada que ele usa pra... Chega, não quero passar desse ponto. De repente, uma luz se acendeu na minha cabeça.

— Lou, já sei! - exclamei esboçando um sorriso. - Eu me lembro de que, numa situação... Ahn... Constrangedora, ele me pediu latas de tinta. - eu disse juntando as sobrancelhas, me perguntando porque diabos ele queria isso.
— Ah, mais é claro! - Louis se levantou como quem acabou de descobrir algo que iria mudar o mundo - Eu sei onde podemos ir. Você é um gênio, Dorinha!

Depois de depositar um beijo em minha testa e pegar a chaves do seu carro em cima da mesa da cozinha, onde ele estava antes de eu chegar desesperada, ele me puxou pela mão até seu carro como se sua vida dependesse disso. Bom, a minha dependia. Se eu já estava confusa com as pretensões de Tommo (o sobrenome dele é grande demais para se tornar um apelido) ao entrar naquele carro e sair em disparada, quando fomos parar numa loja de artigos de pintura foi que a coisa piorou de vez. Ele conversava abertamente com o dono da loja, enquanto eu olhava ao redor e me perguntava o que diabos eu estava fazendo ali. Se um bando de baldes de tinta vão me trazer meu diário de volta, eu não sei mais o que esperar do mundo, de verdade.

Por fim, saímos de lá com sprays de cores diferentes, paletas com letras e desenhos esquisitos que me fez questionar minha confiança em Louis. Mas eu permaneci calada, selada como uma muda durante todo o trajeto de volta para casa. Pela minha cabeça passava milhares de coisas, hipóteses e, principalmente, várias formas diferentes de decepar a cabeça de Malik (o que era meu hobbie preferido).

Louis estacionou seu carro em sua garagem e, depois de pegar as sacolas com todas aquelas frescuras de artista francês, fomos caminhando até a porta da casa do metido a besta, mais conhecido como Zayn Malik. Os meninos moravam num complexo, todos eles, cada um em sua casa, porém vizinhos uns dos outros. Isso facilitava as coisas, com certeza. Mas não pra mim, já que a janela do quarto daquele ser repugnante estava a passos da minha. Bendita árvore que nos separava.

Assim que paramos em frente a porta, Louis sorriu, bateu continência (engraçadinho) e foi descendo as poucas escadas que o separava do chão. Arregalei os olhos e corri até conseguir segurá-lo pela camisa.

— O que pensa que está fazendo? - perguntei ainda o segurando pela blusa.
— Ué, deixando você pra se ajeitar com Zayn! - ele respondeu e eu juntei as sobrancelhas, tentando entender o que ele queria dizer com "se ajeitar com Zayn".
— Hein? 

Ele suspirou e tirou minha mão de sua roupa, arrumando a postura.

— Você vai lá, toca a campainha e assim que ele abrir a porta você abre esse sorriso lindo que você tem e entrega pra ele essa sacola, como uma forma de agradecer pelo o que ele fez e o fazer devolver seu diário. 
— Você está falando sério? - eu perguntei, vendo-o assentir - O que diabos ele vai fazer com essas coisas? 
— Dora, sinto muito, não tenho todo o tempo do mundo pra te explicar as coisas. - ele disse e começou a me empurrar escada acima - Aperta a campainha e faz o que eu te disse, certo? Ele não vai te matar.
— Eu duvido. - ele revirou os olhos.
— Você sabe se defender, com certeza. Agora tenho que ir porque tenho um compromisso. - dito isso, ele piscou o olho pra mim e, com um sorriso sumiu dentro de sua casa, me deixando com cara de bocó ali fora. Suspirei.

A campainha foi apertada e um sonzinho chato ecoou pela casa, o que provavelmente fez com que o dono do lugar estranhasse, já que não era muito de receber muitas visitas a não ser seus amigos e umas piranhas no período noturno. Ele parecia até um vampiro e facilmente poderia ser associado a um. Só saía de noite e, pela manhã, sua casa parecia mal assombrada, isso quando não encarnava num rock esquisito ou uma musiquinha alternativa meia boca. Era a cara dele.

Depois de apertar a campainha mais umas duas vezes e ninguém aparecer, decidi, sem hesitar muito, adentrar o habitat natural do conde Drácula. E foi ali que me surpreendi. A casa no infeliz (pelo menos a sala onde eu estava) era realmente muito bonita e poderia se encaixar facilmente no quesito "decoração dos sonhos". As cores todas combinavam, branco, bege, preto e cores mais claras, o que fazia o local ser moderno e aconchegante.

Fechei a porta atrás de mim e dei mais uma olhada no local, percebendo que em algumas paredes haviam alguns quadros legais. Pareciam caricaturas, porém de um jeito diferente e até cômico. Cada pessoa ou objeto dos quadros pareciam fazer algumas caretas ou algo do tipo, usando as mãos para fazer algum gesto espontâneo ou diferente. Me perguntei desde quando alguém como Zayn Malik começou a ter bom gosto pra qualquer tipo de coisa, principalmente quadros e pinturas, o que não tinha nada a ver com ele. 

De qualquer forma, eu tinha que encontrar logo o idiota e entregar essas coisas, como um "agradecimento" como Louis havia dito. Eu só precisava do meu diário e dar o fora daqui. Decidi subir as escadas e procurar ele lá em cima, já que vivia em seu quarto jogando video-game ou, quem sabe, fazendo coisas que não me permito citar aqui. 

Com cuidado, assim que cheguei ao segundo e último andar da casa, me deparei com várias portas iguais e da mesma cor, mas uma delas, acabou me chamando a atenção apenas por estar entreaberta. Eu me aproximei e com cuidado, fui abrindo a porta aos poucos, me deparando com algo que jamais pensei que encontraria na casa de Malik. Meus olhos se arregalaram.

Ali, bem na minha frente, estava montado um ateliê de pinturas e uma, em particular, parecia estar sendo acabada, pois o cheiro de tinta fresca era forte. Eu coloquei as coisas no chão e, devagar, fui avançando, vendo vários quadros pendurados ali, o que me fez perceber que os quadros da sala... Foram pintados pelo dono da casa. Parece que aquele ditado que diz "não julgue um livro pela capa" era mesmo verdade.

Quer dizer, em partes. Digamos que Zayn Malik não seria um livro de capa tão agradável, afinal, com poucas palavras consegui perceber que ele era um cara babaca, ridículo e todos aqueles xingamentos que até eu cansei de falar. Mas de qualquer forma não tinha como negar que todas aquelas telas eram realmente muito bonitas, eu nem consegui acreditar que ele criou com suas próprias mãos.

— O que você está fazendo aqui?

Com o susto que levei, deixei cair um dos pinceis que eu segurava. Olhei pra trás e vi Malik de um jeito que eu nunca tinha visto antes. Estava com uma calça jeans preta, um sapato todo sujo de várias cores diferentes de tinta e, em uma de suas mãos sujas de tinta preta, um pincel. Sem camisa. Várias tatuagens. Cara de bravo.

— Você não vai responder a minha pergunta? Quem te deixou entrar aqui? 

Eu não consegui formular uma resposta que justificasse a minha entrada na sua casa, até porque eu realmente não pedi permissão e já fui entrando. Por mais que eu não me importasse com ele, também fiquei meio fula da vida quando ele invadiu meu quarto mais cedo e não tirava a razão dele. Mas tudo bem, estamos quites agora. Eu abri e fechei a boca várias vezes, o que pareceu deixá-lo irritado, já que ele passou por mim e pegou o pincel que eu havia derrubado.

— Desculpa, é que eu apertei a campainha várias vezes e...
— Fala logo o que você quer e sai daqui. - disse mexendo com suas tintas, parecendo concentrado. Eu juntei as sobrancelhas.
— Eu vim... Pegar meu diário. - respondi, vendo-o agora testar a mistura nas costas de sua mão, logo passando com cuidado na tela.

Eu juro que não queria falar, mas o jeito que ele fica concentrado ali, pintando, era algo completamente... Bonito. Eu estava tentando negar este fato a mim mesma, mas não dava. Ele parecia amar aquilo e fazia com tanto cuidado e maestria que me deixou encantada. Zayn Malik pintando parecia ser outra pessoa. Uma pessoa completamente diferente.

— Você não disse que queria seu diário? Pega e sai. Está me atrapalhando.

Here we go...

Revirei os olhos e logo depois varri o lugar a procura do meu precioso, o vendo em cima de uma das mesas que estavam cheias de tintas, pinceis, telas pequenas e mais um monte de coisas. Eu caminhei até lá e o peguei, percebendo que Zayn se quer tinha me olhado. Ele iria mesmo me tratar desse jeito, quer dizer, eu vim aqui agradecer e trouxe um monte de porcarias pra ele usar e se quer me dá bola? 

— Caso você não tenha percebido, eu... Louis mandou algumas coisas pra você. - eu falei, vendo-o finalmente me encarar. 
— Tá, obrigado. - ele disse simplesmente e voltou sua atenção para a tela.
— Olha aqui Zayn Malik, eu passo meia hora na frente da porcaria da sua casa esperando você me atender e nem isso você é capaz de fazer. Perdi meu tempo naquela maldita loja de pintura pra comprar essas coisas pra você e se quer agradece?! 

Como o esperado, ele se quer se mexeu, o que me fez ficar ainda mais irritada. Com a cabeça quente e a mil, eu caminhei até a sacola que eu havia carregado até ali e peguei um dos sprays que estavam ali, tirando a tampa e apertando com toda a força em direção a ele, vendo aquele jato de tinta azul ir em direção a lateral de seu rosto, deixando-o metade humano, metade smurf.

— Dora! Porra! Você tá louca?
— Parece que agora você consegue me ouvir, não é? - eu respondi colocando o objeto em cima de uma da mesa ao meu lado, cruzando os braços e vendo-o me encarar incrédulo.
— Precisava fazer isso? - questionou passando as mãos pelo lado colorido de seu rosto.
— Se precisava? Eu estava aqui tentando ter uma conversa civilizada e você fica aí com essa cara de idiota, fingindo que eu nem existo! - eu reclamei, vendo-o começar a gargalhar na minha frente. - Qual é a graça?
— Você... - ele continuava rindo - Você está com ciúmes?
— O que? 
— Você está sentindo minha falta, não é? Sente falta quando não estou irritando você! Está com ciúmes! - ele começou novamente a gargalhar, me fazendo revirar os olhos.
— Olha, quer saber, não vou ficar aqui vendo você rir como um mental. Estou indo embora. - peguei meu diário e saí dali, descendo as escadas rapidamente.
— Dora! - continuei caminhando - Dora, espera!

Eu sabia que ele ainda estava rindo, mas por algum motivo eu acabei parando ao lado da porta de entrada/saída da casa, ficando de frente para a escada que ele descia com rapidez. Ele parou ao pé da escada, não muito longe de mim. Ele tinha um sorriso em seu rosto, o que em fez ficar irritada, afinal, qual era o problema dele? Não achei graça alguma no que acabei de ouvir lá em cima e, por favor, que pensamento mais idiota. Porque eu teria ciumes dele? E pior, porque eu sentiria falta dele? 

— Desculpa pelo o que eu falei lá em cima, tá? Foi só uma brincadeira. Nem tanto...
— Se você me impediu de ir embora só pra ficar brincando com a minha cara, faz o favor de me deixar em paz e...
— Calma, para de ser tão nervosa! - ele me interrompeu - Eu só queria agradecer, quer dizer, agradecer ao Louis por comprar aquilo tudo pra mim.
— Tá, tudo bem, eu passo o recado.
— E... E me desculpa pelo diário. Eu não li, se você quer saber.
— Acho bom mesmo. - respondi.

E ali se instalou um silêncio constrangedor entre nós dois, onde eu não sabia o que fazer e ele parecia não saber o que falar. Durante os segundos em que eu estava evitando ficar olhando pra ele, eu consegui ver um porta-retrato em cima da mesa de centro dele, onde quatro mulheres sorriam na foto. 

— Quem são? - eu perguntei e ele pareceu saber exatamente sobre o que eu estava falando. O sorriso que ele abriu em seguida foi bonito de ver.
— São minha mãe e minhas irmãs. - ele caminhou até lá, pegando o porta-retrato enquanto eu me aproximava dele.
— Elas são muito bonitas.
— Genética. - respondeu com um sorriso debochado, me fazendo rir um pouco.
— Menos, Zayn, bem menos, por favor. - respondi - Elas estão em Bradford?
— Sim, elas ainda moram lá. - respondeu e, depois de suspirar, colocou a foto no lugar.
— Bom, eu vou ir pra casa. E obrigada por não ter lido o meu diário.
— Tudo bem. 

Dito isso, eu segui até a porta e saí de lá sem olhar pra trás, estranhando esse momento pacífico entre nós. Quer dizer, não era nada comum conversar assim com ele, mas pra ser sincera, eu estava até um pouco cansada de xingar ele o tempo todo. E, eu sei, é difícil admitir, mas esse idiota consegue ser legal quando quer. Pena que o humor dele é mais inconstante do que o namoro de Justin e Selena.

Hey, hey, hey!
Sei que demorei pra postar, mas eu estou um pouco enrolada aqui, mas quero postar o próximo logo, o que provavelmente vai acontecer, já que eu sei exatamente o que eu quero escrever. Então se gostaram desse e estão ansiosos pelos próximos, comentem aí embaixo, okay? Fiquem com Deus xoxo

8 comentários:

  1. Respostas
    1. Obrigada anjo, vou continuar sim, pode deixar!

      Excluir
  2. Respostas
    1. Que bom meu amor, obrigada! Vou postar hoje, certo?

      Excluir
  3. continua por favor estou muito ansiosa!!

    ResponderExcluir
  4. você falou que ia continua logo mas já faz 2 dias que você não posta ,por favor posta ainda hoje ?? por mim *-*

    ResponderExcluir