Moments - Capítulo 01

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Send my love to your new lover, 'cause I'm giving you up...

Dora Devine

Sinceramente? Eu estava à beira do choro. No momento eu estava me perguntando por que a programação de TV brasileira é tão pobre aos sábados. Se quiser saber, nem mesmo os filmes que passavam aquela tarde eram bons. Quer dizer, estava passando Titanic em um dos inúmeros canais disponíveis em minha televisão e, por segundos, eu considerei assisti-lo, mas logo desisti. Eu não estava nem um pouco afim de toda aquela melação que envolve todo drama romântico.

Pela manhã, depois de ouvir os gritos de minha mãe para que eu levantasse, eu o fiz, morrendo de sono e sem saber se quer que dia era hoje. No calendário pendurado na parede do meu quarto descobri que era sábado e isso fez com que eu me alegrasse um pouco, porque era nesses dias que eu costumava sair com alguma amiga ou até mesmo com minha mãe, cantando músicas antigas do Dominó, no caminho de onde quer nós estivéssemos indo. 

Mas não. Esperei a manhã inteira por algum convite, enquanto enchia a minha boca de cereal com leite, mas nada aconteceu. Nem mesmo minha mãe quis ficar comigo hoje. Decidiu passar o dia com seu namorado espanhol, Rodolfo, pois era o único dia em que ele estaria longe do trabalho. Minha mãe tem uma queda por homens estrangeiros. Meu pai é inglês e agora esse espanhol...

— Tem certeza que ficará bem, querida? - perguntou acariciando meu rosto e me encarando seriamente. Juro que quase me pendurei em seu pescoço, gritando para que ela ficasse ou pelo menos, me levasse junto com eles, mas a única coisa que consegui fazer foi sorrir ternamente e dizer:
— Sim mãe, pode ir sem se preocupar. Está tudo bem! - não, não estava. Mas eu não poderia privar minha mãe de um possível sexo selvagem. Eca.

Durante a tarde fui obrigada a ouvir os gritos dos catarrentos, filhos dos meus vizinhos, gritando na rua e brincando com bexigas de água, enquanto eu tentava encontrar algo para assistir ou pelo menos, me distrair da chatice que estava sendo o dia de hoje. No fim de tudo, acabei deixando num programa sem graça que passava geralmente todas as tardes de sábado. Havia algumas crianças perguntando coisas para alguma celebridade convidada e, eu juro pra vocês: nunca pensei que a Ivete Sangalo (a qual estava sendo entrevistada) seria tão tediosa a ponto de me fazer dormir.

Durante meu sonho completamente sem sentido, ouvi meu celular vibrar do chão enquanto a voz de alguma cantora qualquer soava. Rapidamente, limpei a baba que escorria no canto da minha boca e me inclinei no sofá para pegar o celular do chão, no momento em que parou de tocar. Bufei e me deitei novamente no sofá, antes que um toque rápido e chato me chamasse a atenção, avisando que havia acabado de chegar uma mensagem.

“Tenho uma surpresa pra você à noite, meu amor. É uma data especial e eu não quero que passe em branco. Com certeza, será uma noite inesquecível! Vejo você ás 20h00 aqui no meu apartamento, okay? Pedro.”

Eu li a mensagem quase um milhão de vezes, sem acreditar no que eu havia acabado de ler. Meu namorado, salvando meu dia - ou pelo menos a minha noite. Sorri ao me lembrar do propósito dessa surpresa que ele havia preparado. Dois anos de namoro é muito tempo não acha? Enquanto eu lia a mensagem mais uma vez, meu celular foi arrancado de mim por um ser que eu costumo chamar de amiga. 

Era ninguém mais, ninguém menos que Giovanna Amaral. Eu a conheço desde os treze anos, quando ela saiu de Recife para morar aqui em São Paulo com sua família. Ela é minha vizinha da frente e confesso que no começo caçoei um pouco de seu aparelho, espinhas e camisetas de banda que ela costumava usar, mas um trabalho de história acabou por nos juntar e desde então, nunca mais nos separamos.

Eu tenho muitas amigas (ou colegas, como minha mãe insiste em dizer), mas nenhuma delas poderia ser comparada a Gio. Ela era autêntica e se vestia de um jeito bastante pessoal, o que fazia com que todos naquele colégio questionasse as minhas razões para tê-la como amiga. Elas a odeiam somente pelo fato de Giovanna ser ela mesma e dizer o que pensa. Mas ela se importa com isso? Não. Apesar daquele colégio ter um ensino excelente, era um lugar podre de pessoas fúteis e completamente padronizadas, inclusive como eu fui um dia. Mas com a Giovanna eu aprendi a me achar.  

Confesso que descobrir a paixãozinha que Giovanna nutre por meu irmão mais velho (que hoje vive na Inglaterra) nos aproximou ainda mais, pois depois de tantos anos me ouvindo falar do quanto sou apaixonada por Pedro, ela pôde sentir o mesmo e conversar comigo em relação a isso. Claro que nossas conversas não se restringem apenas a isso... Também gostamos de falar da vida dos outros. Fofocar seria o termo certo. Vamos combinar que é meio difícil não fazer isso, principalmente se você convive com pessoas idiotas. 

— Jesus Cristo, o que será que ele está preparando? - perguntou com aquele sotaque pernambucano que eu tanto amo depois de ler a mensagem. 
— A pergunta é: Por onde diabos você entrou? - perguntei me sentando no sofá e ela me olhou como se a pergunta fosse óbvia:
— Pela janela que não foi né, Dora? Vim te buscar pra ir almoçar comigo. 
— Não sei se sua mãe vai querer me ver na sua casa de novo depois do que aconteceu. - falei rindo junto com ela.

Não, não aconteceu nada demais da última vez em que estive lá. Eu só quebrei um vaso de porcelana italiana que pertenceu a bisa avó da mãe de Gio, durante uma dança equivocada no corredor. Prometi a Deus que nunca mais iria dançar daquele jeito naquela casa. 

— Ah Dora, esquece isso, minha mãe até já superou! Quer dizer, ela ainda chora segurando os cacos do vaso, mas nada que possa nos preocupar. - disse me fazendo gargalhar.
— Apesar da possível melhora da sua mãe, - falei vendo-a rir - Prefiro não correr o risco de ser expulsa a vassouradas. 
— Bom, então que tal irmos a uma lanchonete ou restaurante? - sugeriu - Depois podemos andar por aí...
— É uma boa ideia! - falei me levantando - Vamos lá pra cima, preciso me trocar. - falei e ela assentiu me seguindo escada acima.

Assim que entramos no meu quarto, Giovanna se jogou em minha cama enquanto eu caminhava até o closet para escolher alguma roupa apresentável. Na verdade, o pijama que eu estava usando agora era muito confortável, mas acho que as pessoas não estão muito acostumadas a ver alguém de pijama andando na rua e, o que eu menos quero hoje é chamar atenção. 

— Você falou com o Josh hoje? - perguntou do quarto. Apesar de ela não estar presente em meu campo de visão agora, eu sabia que ela estava sorrindo.
— Ainda não. - respondi, enquanto analisava algumas peças tiradas dos cabides. - Ele me disse que os meninos iriam passar o dia na casa dele e sinceramente, eu não estou a fim de ver a cara do Malik hoje. - ela riu.
— Sabe como eu chamo isso? - perguntou encostada no batente da porta, que separava o meu quarto do closet. - Amor reprimido! - exclamou me fazendo revirar os olhos.

Quando eu o conheci, tive a sensação de não gostar dele e foi exatamente o que aconteceu. Assim que fiquei sabendo que Josh fora contratado como baterista de uma nova branda britânica, fiz questão de conhecê-los através do Skype. Me apeguei rapidamente a todos eles, menos um moreno topetudo de cara enjoada. A verdade é que eu sentia muita coisa por Zayn Malik, menos amor. Talvez raiva, nojo, pena ou qualquer outro sentimento parecido com esses. Giovanna estava errada. Poderia ser qualquer coisa, menos amor reprimido.

— Nem vem com essa história de amor reprimido, Gio! - falei - Você sabe bem o que eu sinto em relação a esse cara. - me voltei aos cabides pendurados.
— Ah, mas não pode negar que ele é um gato! - eu a encarei cerrando os olhos.
— Eu pensei que você gostasse do Josh...
— Eu não disse que estou a fim dele, Dora! - exclamou mexendo em alguns cabides, analisando algumas peças de roupa - Eu só estou dizendo que chama-lo de feio é inaceitável. - explicou - Aquele cara é um gato! 
— Digamos que ele seja... Bonitinho.
— Você só está dizendo isso porque não gosta dele. - disse me encarando com um riso preso no canto dos lábios.
— Ai Giovanna, será que dá pra parar falar desse garoto? - ela riu.
— Tudo bem, como quiser, majestade. 

Sinceramente eu não queria falar do Malik. Tudo bem, ele pode até ser um gato, mas é um idiota e não vale a pena o esforço. Talvez sirva para uma noite, mas é algo que eu duvido muito. Eu só queria encontrar algo para vestir e me divertir com a minha amiga, antes de encontrar meu namorado para uma noite perfeita. 

HORAS DEPOIS...

— Ai meu Deus, chegamos. - falei encarando minha amiga quatro-olhos que estava sentada ao volante, rindo enquanto me olhava. - Qual a graça?
— Você parece uma criança prestes a encontrar o Papai Noel. - disse ainda rindo.
— Cala a boca, Giovanna! É normal ficar nervosa nessas situações, tá? Estou prestes a passar a melhor noite da minha vida ao lado de uma pessoa mais que importante pra mim.
— E é exatamente por isso que você tem que dar o fora do meu carro logo. - disse abanando a mão, como se estivesse espantando uma mosca.
— Ah, então é assim? Está mesmo me expulsando do seu carro?
— Só estou falando que não é bom deixar o bofe esperando. 
— É, tudo bem, você tem razão. - falei e abri a porta do carro para que eu pudesse sair - Me deseje sorte!
— Vá à merda! - exclamou antes de começar a gargalhar. - Esse é o jeito teatral de desejar sorte. - explicou secando as lágrimas causadas pelo riso assim que percebeu minha expressão de quem não estava entendendo bulhufas.
— Não sei por que eu ainda perco tempo com você, Giovanna, sinceramente... - falei vendo-a ainda rir. - Ah, que saber? Vai à merda você também, mas pra deixar bem claro, não estou lhe desejando sorte, quero mesmo que vá à merda. - falei antes de vê-la erguer o maior dedo de sua mão.
— Para de me encher e entra logo naquele prédio, peste ruim. - disse me fazendo rir.
— Até mais tarde! - gritei antes de bater a porta do carro e passar pelos seguranças do condomínio onde Pedro mora.

Caminhei em direção ao prédio e cumprimentei o porteiro com um sorriso, recebendo um aceno e outro sorriso como resposta. Completamente ansiosa, entrei no elevador e apertei o botão seis, que era o andar onde ficava o apartamento de Pedro. Durante todo trajeto até o sexto andar, meu coração disparava mais e por um momento, pensei que ele pudesse rasgar meu peito e pular para fora. Meu estômago estava revirando e gostas de suor começavam a se formar na raiz do meu cabelo amarrado.

Assim que o elevador chegou ao sexto andar, as portas se abriram e uma Dora de mãos trêmulas e coração apertado saiu de lá, indo em direção ao apartamento 30. Com dificuldade, toquei a campainha e esperei que um Pedro sorridente aparecesse na porta e me abraçasse, dizendo que estava ansioso para me ver e logo depois, colasse nossos lábios num beijo carinhoso. Mas isso não aconteceu.

Aflita, toquei a campainha novamente, ouvindo-a soar por toda a casa, mas novamente, nada aconteceu. Frustrada, girei a maçaneta da porta e me surpreendi quando a mesma se abriu e revelou uma sala de estar completamente bagunçada e uma moça ruiva deitada no sofá, com um cigarro na boca. Assim que me viu parada na porta, a moça lentamente se sentou, deixando que suas sobrancelhas se juntassem, denunciando sua confusão. Ela apagou o cigarro no cinzeiro e se levantou. Eu não podia acreditar no que estava vendo.


Mesmo de longe, eu podia ver que em seu pescoço havia várias marcas avermelhadas, assim como em seu ombro e braço, que estava em volta do corpo coberto por um lençol. Seus cabelos curtos estavam desgrenhados e em sua boca estava a marca de um batom vermelho que fora borrado. Ela ainda me encarava confusa, mas acredite, eu estava mais confusa que ela. 

Algumas roupas estavam espalhadas pela sala, inclusive uma bolsa Chanel preta, que estava jogada num canto. Ouvi passos na escada e logo um corpo masculino foi sendo revelado por entre as frestas do corrimão. Era Pedro. Ele vestia um jeans claro e uma camisa social, com os dois primeiro botões desabotoados e fora da calça. Em sua mão, havia um pente que ele passava por seus cabelos negros, penteando-os para trás. Ele dizia algo para a garota ruiva e confusa parada no meio da sala, mas quando seus olhos se encontraram com os meus, ele parou onde estava e deixou que seus olhos verdes se arregalassem.

— D-dora? - gaguejou meu nome, completamente surpreso por me ver ali. - O que está fazendo aqui á essa hora? Ainda são sete.
— Horário de verão, bebê. - eu o encarava sem expressão alguma no rosto.
— Pedro, pode me explicar o que está acontecendo aqui? - a ruiva perguntou em um tom um tanto alto, assustando-o.
— Ué, não está claro? - ela me encarou ao ouvir minha pergunta retórica. 
— Não, Dora, eu posso explicar! - Pedro disse soltando o pente e vindo em direção às duas pessoas paradas a sua frente.
— Explicar o que, Pedro? Já está explicado! Você tem duas mulheres, é simples!
— Como assim? - a ruiva perguntou - Quem é você?
— Dora Devine, namorada, quer dizer, ex-namorada desse babaca na sua frente. Prazer. - falei sorrindo ironicamente. Ela fechou fortemente seus olhos e abaixou a cabeça.
— Mar, olha pra mim, não é nada disso... - ele dizia segurando os braços da garota, que abriu os olhos cheios de raiva para encará-lo.
— Não me toque, infeliz! - exclamou empurrando-o. - Como você tem coragem de fazer isso comigo, Pedro? Eu estou esperando um filho nosso, um pedacinho seu... - ela disse apontando para sua barriga com os olhos cheios de lágrimas. Neste momento, foram os meus olhos que marejaram.
— Você a engravidou enquanto estava comigo? - perguntei em um tom alto, enquanto via-o me encarar sem resposta. - Não acredito! - falei deixando que minha bolsa escorregasse do meu ombro ao chão. - Você é mesmo um canalha, Pedro!
— Dá licença, eu tenho que ir embora... - disse a ruiva já vestida e com a bolsa na mão. - Mas antes, quero deixar um presente pra você, amorzinho. - disse antes de apoiar a mão no ombro do rapaz de olhos confusos e bater seu joelho com força na parte mais sensível do corpo de um homem.

Automaticamente, meus olhos se arregalaram e minha mão direita foi parar na boca. Pedro caiu no chão, com a mão entre as pernas e com gemidos de dor escapando por seus lábios. A ruiva suspirou e se virou para mim, com uma expressão triste no rosto, mas ao mesmo tempo, um sorriso estava estampado ali. 

— Desculpa por isso, eu não sabia que ele estava usando a nós duas. Se soubesse, teria acabado com isso tudo. - ela disse.
— Você não tem culpa de não saber que ele é um idiota. - falei, enquanto Pedro ainda rolava no chão de dor. Engoli seco e a encarei. - Você está mesmo grávida? - ela olhou para sua barriga e abriu um sorriso, acariciando-a carinhosamente.
— Sim. - respondeu - Eu iria contá-lo hoje, mas depois do que acabou de acontecer, decidi que o criarei sozinha, tenho condições pra isso. - disse sorrindo.
— Espera... - Pedro se levantou, se apoiando no sofá. - Está esperando um filho meu e pretende cria-lo sozinha?
— E o que você espera? - perguntei nervosa seguindo em sua direção. - Você me enganou por todos esses anos, dizia que me amava e que pretendia se casar comigo! E então, o que eu descubro? Que você dizia as mesmas coisas para outra pessoa e que vai ser pai de um filho que não é meu! Você não merece nenhuma de nós duas e muito menos o amor dessa criança! - exclamei sentindo uma lágrima rolar por meu rosto. - Por todos esses anos eu me dediquei ao nosso relacionamento e você não deu valor a isso! - tirei o anel de compromisso que eu usava, jogando em cima dele, que o observou cair no chão. - Sinceramente, se um raio caísse em cima de você agora mesmo eu não me importaria, porque você não merece isso. Espero nunca mais ter que olhar nessa sua cara! - exclamei antes de sentir alguém puxar meu braço, em direção ao elevador que estava à espera.

Assim que as portas do elevador se fecharam, olhei para o lado e me deparei com a ruiva, que olhava para o chão, ainda mais triste do que eu. A situação era ainda pior para ela, pois ela estava esperando um filho daquele que ela deveria amar, mas que provavelmente odeia agora. Sei que assim como eu ela acreditava nas palavras de Pedro e que sonhava realmente em ficar com ele, mas enquanto era iludida, ele usava outra para se divertir e tirar proveito. Agora eu estava numa grande confusão de sentimentos e a única coisa que eu queria era ir pra casa e esmurrar um travesseiro para me livrar de toda essa raiva.

— Está tudo bem? - ela perguntou. Eu levantei meus olhos até ela e neguei com a cabeça, sentindo as lágrimas virem com mais intensidade. - Por favor, não chora!
— É impossível segurar as lágrimas numa situação dessas! 


Ela assentiu, me surpreendendo com um abraço que logo foi retribuído na mesma intensidade. Não sei quanto tempo esse abraço durou, mas foi tempo suficiente para que o elevador chegasse ao seu destino. Quebramos o abraço e com um sorriso simpático ela me guiou para fora do elevador, me fazendo sentar ao lado dela num pequeno sofá disposto no hall do prédio.

— Sei que está triste, eu também estou, mas não podemos dar a ele o prazer de nos ver sofrer por algo que ele fez. Temos que mostrar que seguimos em frente e que ele não significa mais nada. - disse e eu assenti.
— Você tem toda a razão... Como é mesmo o seu nome? - perguntei juntando as sobrancelhas, fazendo-a rir.
— Marianela. Mar! - disse e eu sorri.
— Obrigada pelo conselho Mar, mas agora tenho mesmo que ir. Preciso ficar um pouco sozinha. - falei e ela assentiu.
— Tudo bem, a gente se vê por aí! - exclamou antes que eu passasse pela porta do prédio e seguisse em direção a saída do condomínio.

Já do lado de fora, liguei para Giovanna vir me buscar e ao ouvir minha voz embargada, disse que viria correndo. Eu queria muito ligar para minha mãe, mas eu não tinha coragem de estragar a noite dela por causa dos meus problemas. Vou deixá-la aproveitar e sofrer calada a noite toda. Pedro tinha toda a razão quando disse que essa noite seria inesquecível.


E este é o primeiro capítulo de Moments
E já começa na adrenalina, hein? hahaha Espero que vocês tenham gostado desse comecinho e estejam ansiosos para os outros capítulos, assim como eu. Não se esqueçam de comentar aí embaixo, hein?! Até a próxima atualização, xoxo

4 comentários:

  1. Maria Eduarda Zancanelo12 de junho de 2015 15:23

    Poxa, que perfeito. Estou amando. Posta logo, o próximo ♡♡♡♡♡

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    1. Obrigada amor, vou postar sim, ainda hoje, certo? (:

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  2. Maria Eduarda Zancanelo12 de junho de 2015 15:29

    Poxa, que perfeito. Continua logo por favor??????

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