Longfic - / Brand New Bitch (Parte 2)

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Capítulo 02 - As filhas de Simon Cowell


Confusão? Isso era pouco para descrever o meu estado mental, eu estava ficando louca. Aquilo tudo em tão pouco tempo, eu sei lá, era realmente uma loucura no bom sentido. Depois de ficar esperando um tempão para embarcar e mais algumas horas dentro do avião, finalmente estávamos naquela cidade caótica que é Nova York, dentro de um táxi em meio a uma avenida bem movimentada, para ser mais exata. O sol finalmente dava sinal no céu depois de uma chuva forte desde que desembarcamos, e realmente, nem acreditava que tinha dado tudo certo até ali. Ao contrário de mim, Summer estava fingindo estar sob controle mas eu a conhecia o suficiente para saber que ela estava meio apavorada. Na verdade a minha irmã tem um enorme coração e é geralmente bem divertida, mas no último dia seu lado sensível atacou por causa do namoradinho traidor rolha de cu. Eu sempre soube que ele era um canalha, só não dizia para não magoa-la, mas aí aconteceu aquela cena ridícula na praia que a deixou mal e eu quis quebrar a cara dele. Anoite ainda descobrimos que a megera queria nos mandar para um internato e por muita sorte eu já tinha passagens compradas. Acho que foi tudo muito rápido pra ela mas tinha quase certeza de que era o melhor a fazer e o melhor pra nós. 
Sue também sempre fez o tipo "popular" que consegue rapidamente a adoração das pessoas e eu era o oposto né, queria saber onde era a escola para passar bem longe, levava todo dia bilhete pra casa, não tinha muita paciência com as pessoas e se enchesse o saco eu xingava mesmo sem ligar para quem estivesse ouvindo. Nós duas sempre fomos o oposto na maioria das coisas, mas não vivemos uma sem a outra.
Eu mal conseguia conter a ansiedade em forma de arco-íris que se formava em meu estômago. A cidade de Nova York era exatamente como eu via nos filmes e revistas Rolling Stones. Eu estava maravilhada com o centro urbano que via pela janela do táxi, todas aquelas pessoas andando de um lado para o outro. Eu já conseguia sentir o cheirinho de liberdade e aventura sem todos os empregados cuidando de cada movimento meu e de Sue. Dirigi o olhar para ela sentada ao meu lado e consegui sentir dali que ainda tentava esconder -sem sucesso- a própria preocupação.

Eu: Tá, você já pode parar com essa cara. A gente já chegou em Nova York! Se anima um pouco, criatura.
Sue: Já é quase hora do almoço e eles devem estar nos procurando. O que faremos...?! -disse olhando pela janela como se acabasse de sair de um transe. O carro passou por uma lombada nos fazendo chacoalhar no banco de trás e eu cair sobre Sue. -AI! Sai de cima, obesa. -riu fraco e eu fui perguntar para o taxista se já estávamos chegando no destino que pedi quando entramos no carro. Para minha surpresa ele só falava espanhol e eu não estava entendendo merda nenhuma. E pior, agora estava falando sem parar. Eu devia ter prestado atenção nas aulas. 
Eu: Tudo biene, pode nos deixar ali. -minha irmã ria. -Você não fala inglês não moço?
Taxista: ¿Dónde debería dejarlos?-já vi que não.
Eu: Quê? Fala a minha língua porra. -ele continuou a falar palavras estranhas em disparada e assim que percebi que chegamos em um sinal vermelho, agarrei as malas, abri a porta e joguei dinheiro no homem -Argh, deixa. Vem logo Summer.
Sue: Ei! -resmungou ao ser puxada por mim, ouvia o homem reclamar com a porta aberta que deixamos enquanto nos distanciávamos correndo pela avenida, bem atrapalhadas com as malas e passávamos entre as centenas de carros buzinando. Eu só queria chegar na droga da calçada!
Sue: O QUE FOI ISSO? TÁ LOUCA?-disse quando joguei de uma vez as malas na calçada, Summer segurava a nossa cadela e parecia assustada com o que acabamos de fazer. -Podíamos ter sido atropeladas quando o sinal abriu!
Eu: Calma. Temos tudo sob controle. -minha respiração voltava ao normal aos poucos. -Eu vi na internet que os taxistas daqui são a maioria imigrantes mesmo. -ri.
Sue: Na boa, como isso pode estar "sob controle?" Nem sabemos onde vamos ficar!
Eu: Na verdade nós sabemos...-abri um sorriso convencido mesmo sabendo que talvez não fosse hora pra isso.
Sue: Você mentiu pra mim de novo, não é? -antes que eu pudesse abrir a boca para responder, um carro passou rapidamente no meio-fio jogando um jato de água da chuva acumulada em nós.
Pisquei várias vezes tentando me acostumar com meus cílios molhados e aquele cheiro de barro em seguida tendo a visão da cara raivosa de Sue. Ela iria pirar. Forcei um sorriso desajeitado, pronta para levar um grito na ca...

Sue: ESSA ROUPA ERA NOVA! -resmungou. -Isso tudo é culpa sua! -meu sorriso desapareceu.
Eu: Minha? -perguntei indignada. -Eu...
Sue: Desde que saímos de Los Angeles tudo está dando errado. -bufou. -Foi loucura aceitar fugir com você.
Eu: Cara, estamos bem. Ainda não fomos assaltadas, isso que é sorte! -abri os braços comemorando enquanto meu cabelo e roupas pingavam. -E além do mais, só tivemos aquele problema para embarcar mas conseguimos né? Chegamos bem. 
Sue: Não sei se você percebeu, mas estamos encharcadas no meio da calçada com seis malas e um cachorro!-começou a sussurrar. -Tá todo mundo nos olhando. -olhei em volta e realmente as pessoas passavam olhando, mas assim, desde quando eu me importo com o que elas pensam né? -E que história é essa de "sabemos onde vamos ficar"?
Eu: Eu não menti! Só não te contei essa parte. -agarrei as malas e puxei minha irmã dali para começarmos a andar. -Antes de sair ontem eu liguei para o Dave Lawson, lembra dele?
Sue: Ahm...não?
Eu: Então, ele ainda trabalha para o nosso pai mas não é um dos assistentes mais próximos, parece que eles se falam semanalmente ou sei lá. Bom, para nossa sorte, ele está morando aqui em Nova York.
Sue: Tá, já entendi tudo e a resposta é NÃO. -disparou- Você é foda né Jade, sempre me avisa das coisas importantes na hora errada, mas se fosse para fofocar tenho certeza que não ia esquecer um detalhe. -viramos várias esquinas, eu estava nos guiando para o lugar certo, espero. -Nós não sabemos nada sobre esse cara! Eu só lembro que ele ia direto lá em casa levar a agenda do papai, dizer as viagens, coisas de trabalho e as vezes participava dos churrascos e tal. E se ele está em NY, o nosso pai pode vir encontra-lo, e como vamos saber que esse Dave não vai contar a ele onde estam...
Eu: Shh!-paramos e segurei seus braços. -Você fala demais e me deixa louca! Vai dar certo dessa vez, confia.
Sue: Tudo bem. -suspirou. Em seguida olhamos quase ao mesmo tempo para a mercearia a nossa frente, havia muitos comércios por ali mas eu tinha certeza de que era o certo. "Mercearia do Big Joe"  era o que a placa colorida dizia, dei de ombros e entramos. No telefone eu pedi se podíamos ficar uns tempos no apartamento de Dave e ele me disse que tudo bem mesmo meio confuso, também combinamos que ele viria nos encontrar nessa mercearia ás 11h30. Bom, eu já o conhecia a anos sendo fiel ao meu pai, então sabia que podia confiar.

Lá dentro era pequeno e meio difícil de andar com tantas prateleiras e os clientes eram poucos. Deixamos as malas na entrada e Linda latiu assim que Sue a colocou no chão ainda presa pela coleira. Bem, acho que ainda não falei que Linda é nossa cadelinha, mais minha do que da Summer mas ela a ama tanto quanto eu. Na verdade o nome do bichinho é uma grande ironia porque nosso pai costumava dizer que ela era muito feia para ser uma "cadela de bolsa". Mas para nós ela tem sua beleza.
   Me aproximei do balcão percebendo atrás dele um homem cheínho com um boné dos Yankees folheando alguma revista de esporte.

Eu: Oi cara, você deve ser o Big Joe né?-seus olhos subiram da revista pra mim.
Ele: Sou. Posso ajudar em alguma coisa? Não tenho roupas para vender e nem toalhas...-disse ao analisar meu estado, totalmente ensopada pela água suja.
Eu: Por acaso você viu por aqui um moreno de olhos azuis e com cara de retardado?
Joe: Você deve estar falando do Dave!-disse sem animação alguma.
Eu: Isso aí. -olhei em volta e Sue tinha sumido, assim como uma das nossas malas. -Bom, será que eu posso esperar ele aqui por um tempo?
Joe: Ah. -resmungou sem a menor vontade de ajudar. -Tá.


Sue: Cadê ele? Já é 12h30!-disse ao meu lado entediada e meio impaciente. Sue já tinha trocado de roupa e se secado, mas eu não. Tínhamos comprado um monte de doces do Big Joe para almoçar ali mesmo enquanto esperávamos Dave. Francamente, nem eu aguentava mais.
Eu: Talvez ele não seja muito pontual. -murmurei- Ou então esqueceu que marcou comigo.
Sue: E vamos fazer o quê? Esperar mais? -riu irônica e me levantei indo até o balcão.
Eu: Big Joe, acho que já vamos. Será que pode nos dar o endereço dele?
Joe: Hum...eu não sei não.
Eu: Tudo bem, nós não somos psicopatas ou assaltantes. Dave trabalha para o nosso pai.
Joe: Tá, tudo bem. -respondeu curto e grosso. -Sabe, o idiota sempre se atrasa mesmo, não é novidade. -ele passou o endereço e anotei, em seguida peguei um pacote de salgadinhos e o homem me olhou feio. Mais uma coisa que eu tinha pego, mas fazer o quê, comer doces não alimenta muito.
Eu: Não vou mais pagar nada, coloca isso na conta do Dave por ele ter se atrasado tanto. -ele assentiu e começou a anotar algo em um bloco.
Joe: É, acho que é justo. -riu pela primeira vez. -Manda um "alô" para o degenerado, ok? -ri e concordei abrindo o salgadinho ali no meio da loja, algumas pessoas começaram a me olhar feio, pelo amor de Deus, eu devo atrair essa gente, nunca viram não? Ignorei-os olhando Joe anotar.
Sue: Vou esperar lá fora, vê se não demora.
Suspirei e assenti antes da porta fechar, peguei um brinquedinho do balcão e apertei o botão nele. A budega atirou balas para todos os lados e inclusive na minha cara em uma velocidade que eu nem tive tempo de gritar. Foda!

Eu: Ahm, eu vou ficar com isso também. -ele anotou mais um item na agenda mexendo a cabeça negativamente como se eu fosse a pior praga que já entrou naquela mercearia. - Ah...mais uma coisa!-sorri -Será que você pode chamar um táxi e certificar de que o motorista fale inglês?


Descemos do carro após pararmos em frente a um grande e bonito prédio no meio de uma avenida. O taxista fingiu estar agradecido pela minha gorjeta de cinco dólares amais. Amigo, a vida não tá fácil pra ninguém, principalmente para alguém que tem que controlar o dinheiro que juntou de mesada. Não tô nem aí que sou filha de rico.
           Andamos até a entrada do prédio e tentei ligar para o número de Dave mas nem para atender o telefone ele prestava. Nós nem o conhecíamos direito e esse cara já tem se mostrado um imprestável. Sue continuava inquieta do meu lado.

Sue: Tem certeza que você falou com ele ontem?
Eu: Claro que falei. -desviei meus olhos para a entrada do prédio, na qual um homem de uniforme que aparentava ser o porteiro se aproximava de nós com um sorriso amigável.
Porteiro: Olá, meninas. Devem ser as novas moradoras, não? -arqueei uma sobrancelha e olhei para Sue.
Sue: Na verdade, viemos fazer uma visitar nosso...amigo Dave Lawson. Ele mora aqui, não mora?
Porteiro: Então não são as irmãs McLean?
Eu: Ahm, não.
Porteiro: Desculpem, eu estava esperando outras irmãs e me confundi. -sorriu- Posso ajudar em alguma coisa? 
Sue: Sim, pode nos dizer qual é o andar do Dave Lawson?
Porteiro: Claro, eu levo vocês até lá, deixe-me ajudá-las sim? -assentimos e ele nos ajudou com as malas até o elevador, tenho que dizer que a recepção já era maravilhosa, e mesmo que eu nem ligasse pra isso, imagina o apartamento. Com certeza ele é muito bem pago pelo meu pai. -Por aqui. -disse assim que as portas se abriram e o seguimos até o meio do corredor extenso onde era o suposto apartamento dele, nós agradecemos o homem e ele se foi nos deixando ali. Toquei na porta rapidamente, depois a campainha e nada. Ok, talvez estivéssemos parecendo mal educadas mas na boa, o cara era um mané e eu já estava irritada. 
Sue: Espera aí, se afasta. -obedeci confusa, Sue girou a maçaneta e empurrou a porta fazendo com que ela abrisse uma fresta. Presa por corrente, apenas. Nem estava trancada. Sou uma anta. -Amadora. -sorriu sarcástica. 
Eu: Tá, tá!-resmunguei e enfiei minha cara na fresta. -Ô FILHO DA PU...-Sue me puxou cobrindo minha boca.
Sue: Porra, tá maluca? Já chegar xingando o cara? Assim não né.  -suspirou. -Espero que ele esteja em casa. -se aproximou novamente da porta e enfiou a mão pela curta passagem abrindo-a. Nessas horas é muito bom ter um braço fino. A garota é um gênio. 
Eu: Isso não é crime?
Sue: É, mas segundo você ele disse que podíamos ficar. Além do mais Dave trabalha para o nosso pai, ele não vai chamar a polícia. -riu- Vem J. -entrou e eu a segui com as malas colocando-as em um canto da sala. Quando olhei o estado do lugar, realmente não acreditei. Parecia muito com o meu quarto. Mas era digamos, pior na bagunça, e muito, muito maior. Era um ótimo apartamento porém o aproveitamento do espaço era ruim e as coisas eram completamente jogadas e amontoadas. -O cara é um porco!-eu gargalhei. Santo Poseidon, vou amar ele. 

Começamos a ouvir barulhos em outros cômodos, pareciam tropeços e coisas caindo, não sei muito bem explicar. Afinal, tinha alguém em casa.

Sue: Vamos sentar aqui e esperar?-deixou de olhar em volta e eu ri.
Eu: O caralho, vou lá falar com ele. 
Sue: Não Jade, espera. -comecei a andar pela casa até chegar ao lugar da onde vinha o barulho. -Ele pode estar se trocand...-abri a porta e fiz uma careta instantaneamente, tão surpresa quanto a figura a nossa frente.


Dave: Não quero nem saber, eu engasguei com a pasta de dente!-parou de andar em volta do sofá. -Duas vezes!
Eu: Ok cara, desculpa por termos entrado assim invadindo o seu apartamento, mas você marcou de nos encontrar na lojinha do seu amigo lá de poucas palavras e não apareceu. Nós esperamos por um tempão!
Dave: Hum, eu juro que eu ia!-entrou na defensiva. -Eu acabei acordando meio tarde mas estava me preparando para ir, qual é garotas.
Sue: Tá tudo bem, ignora a Jade porque ela é meio...-a enviei meu olhar mortal. Ela não ia falar mal de mim na nossa primeira conversa depois de anos com o cara né? -Enfim. O que me diz?
Dave: Estão brincando né? -o encaramos sérias. -Vocês fugiram de Los Angeles e vieram até aqui para morar comigo?
Eu: Só por um tempo, não seria nada bom ficar em um hotel, odeio aqueles lugares. -conclui. -Você tinha me dito que tudo bem. -o idiota voltou a andar de um lado para o outro como se tentasse pensar.
Dave: Eu devia estar bêbado quando concordei!-protestou- Isso é loucura, o pai de vocês vai descobrir, e depois vai quebrar cada osso do meu corpo.
Eu: Na verdade ele vai pagar alguém para fazer isso. -sussurrei.
Sue: Jade! Cala essa boca!-olhou para ele novamente- Como eu disse, ignore alguns comentários dela. Sabe como é, comeu muita areia desde que nasceu, californianos são uma maldição. -sorriu daquele jeito confortável que convencia a qualquer um, inclusive eu. -E se você não contar ao meu pai, ele não vai nem desconfiar.
Dave: Eu...não sei não. Nunca escondi nada do Simon. É perigoso esse joguinho de vocês hein. -sentou na ponta da mesa central de frente para nós. -Eu posso perder o meu emprego.
Eu: Se tivermos que voltar, provavelmente vamos acabar em uma escola interna.
Dave: Ah, quanto drama! Escolas internas são muito boas, meu primo inclusive...
Eu: Que merda! Você não está ouvindo? -esbravejei- Se fugimos é porque tem algo errado, não é? Nosso pai vai se casar em alguns meses e não podemos estar lá de jeito nenhum. Aquela mulher é uma megera, está louca para ferrar com a gente. Precisamos ficar um tempo longe de tudo aquilo. -supliquei deixando transparecer o temor na voz. -Por favor.
Dave: Argh...-a voz tinha certa insegurança. -Tudo bem então. Mas por um curto tempo e só porque vocês são filhas do sr.Cowell e eu acho que devo isso a vocês. Sei lá, pela vez em que eram bebês e as derrubei do balanço. -riu desgostoso. Começamos a conversar sobre como queríamos estar naquela cidade a um tempão e onde nos matricularíamos alguns dias.
Eu: Escola não!
Dave: Sei que é uma merda mas vocês tem que ir. -arregalou os olhos. -Além do mais, se quiserem que dê certo vão ter que agir normal e irem a escola, porque quando voltarem e os boletins de vocês estiverem esburacados vai dar na vista e...
Sue: Nós concordamos. -bufei e joguei a cabeça para trás. -Sorte que peguei todos os nossos documentos necessários.
Eu: Você quer dizer infelizmente, né.
Dave: Achei que eu era o único que odiava a escola na minha época de malandragem. -riu.
Eu: Cara, você tem que sair mais. Ninguém gosta, só os populares. -cutuquei Sue.
Dave: Tudo bem...não vou contar nada mas se eu me ferrar, vocês garantem o meu emprego de volta.
Eu: Er...
Sue: Fechado. -Dave assentiu e ficamos alguns segundos olhando um para a cara do outro. O que ele tanto nos olhava?
Dave: Então...vocês são tipo assim...gêmeas?
Sue: Não, eu sou o copiar e ela o colar. -disse com desdém.
Dave: E vocês...
Eu: Não, quando uma se machuca a outra não sente. -bati na cara de Sue ouvindo-a gritar. -Viu? Não sinto nada. -Dave ria. -Não acredite nas coisas que dizem, nós somos completamente diferentes.
Dave: Acho que nã...
Eu & Sue: Somos sim! -dissemos ao mesmo tempo, o que só fez o idiota rir mais. Nos entreolhamos indignadas, era certo de que odiávamos quando isso acontecia. Porque sempre pensávamos tão diferente e isso dava a impressão errada ás pessoas.
Dave: Bom, me desculpem pelo apartamento e tal, com certeza não é o que vocês estão acostumadas.
Sue: Que isso, não ligamos para essas coisas. Está ótimo, obrigada por nos deixar ficar. -disse docemente. -Mas sabe, bem que você podia dar uma arrumada nessa sala e...
Dave: Não.
Sue: Mas...
Dave: Não.
Eu: Não. -ela revirou os olhos e ele se levantou tropeçando em uma cueca no chão.
Dave: Tem dois quartos de hóspedes no corredor um de frente para o outro, podem escolher o que quiserem e o meu é o do final depois do banheiro. Não exatamente nessa ordem, mas não há muitas regras por aqui como perceberam. -se afastou. -Se não se importam, vou voltar a dormir já que ainda é umas nove da manhã e eu não tenho que ir encontrar duas adolescentes perdidas em Nova York.
Sue: Sei, mas já é quase uma da tarde. -a porta no fim do corredor bateu e eu a olhei.
Eu: É. -sorri abertamente. -Vou amar ficar aqui!

CONTINUA...

19 comentários:

  1. Amei, eu ri muito esse capitúlo tá demais...

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  2. Caramba eu ri muito KKKKKK, to amando sério! posta logo ok? ok.

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  3. Hola Debby e Lizzy que bom que vocês. voltaram a postar e juntas! Não é a primeira coisa que escrevem juntas não é? Ri muito, e pq o nome é BNB?
    Quantos anos vcs tem? Eu tenho 14, vcs escrevem super bem. DIZZY é perfect
    Xx
    Maria Clara

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    1. Aww obrigada pelo carinho princesa. Na verdade já escrevemos outras fics juntas mas essa é a primeira a ser publicada.
      Daqui a alguns capítulos você vai entender pq o nome é esse, digamos que as garotas vão começar a ver uma a outra como uma nova vadia em meio a guerrinha delas.
      A Liz tem 15 e eu 13 ;) xx

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  4. Ai estou ansiosa para o proximo ,continua !!!♥♡♥♡♥♡

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    1. vamos postar o mais rápido possível, obrigada amr <3
      xx Deb e Liz

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  5. eu amei super engraçado! to apx pela Summer ela é tão eu e minha preferida das 2 continua por favor voces escrevem super bem

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    1. Muito obrigada, eu amo muito a personalidade dela também kk! Okay anjo, vamos continuar ;)
      xx Liz

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  6. VOCÊS COLOCARAM O MISHA COLLINS TA PERFEITO AMO SOBRENATURAL ♥

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    1. Simm! Hunter? OMG *U*
      Obrigada linda!
      xx Liz e Deb

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  7. Amei o Dave como meu Misha <3
    Ri muitooo, nao consigo escolher uma cenq preferida continuem por favoor

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    1. Nhaw, que bom! Tb somos apx por esse personagem, ele é mt desleixado e babaca, mas ainda mais por ele ser o Misha.
      Ficamos felizes por fazer vcs rirem, vamos tentar postar o mais rápido possível.
      xx, Liz e Deb

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  8. Vocês rtem askf juntas ?? qual sua musica preferida da Lana del rey

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    1. Não! O meu é mycuteheadfone e o da Lizzy é lizzymullingar ;)
      Ahmm, a minha é Brooklyn Baby e da Liz é Off The Races, a Lana é pfta *u*
      xxx Deb

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  9. Eu quero b'om😭😭 a continuação ta demorando muito

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  10. Poderia divulgar? E novo :)
    http://blueisthewarmestcolor-larry.blogspot.com.br/

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  11. castiel apareceeeeu achei bem legal vcs colocarem ele como dave. (não, eu sou o copiar e ela o colar) a sue é ilária! Amei continuem e fação a sue ficar com o niall pf

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