Longfic Louis Tomlinson - Lótus

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Capítulo 4



Anteriormente:   E mais uma vez, o que era para ser um rápido café, durou horas de conversa jogada fora, bem, claro que tudo aquilo não tinha sido em vão, era apenas uma artimanha do bondoso destino, afinal, ele sempre pensa em tudo, e faz tudo perfeitamente como tem de ser feito! O que tiver de ser será, mais a escolha final quem faz somos nós mesmos, nem mesmo o engenhoso destino é capaz disso, ele só constrói a nossa história e depois, cabe a nós decidir se queremos ou não seguir com isso, no final só existem dois caminhos: O feliz, e o triste. E então, qual vai ser?

Agora:


2 semanas depois...

        Depois que (Seu Nome) e Louis conheceram um ao outro, simplesmente não conseguiram mais parar de se ver, todos os dias eles almoçavam juntos em um restaurante próximo ao orfanato, (Seu Nome) já não era mais capaz de ficar um dia sem visitar o orfanato para ver Jenny e as outras crianças, em seu coração criou-se um sentimento puro e muito forte pela pequena garotinha. (Seu Nome) fazia tudo isso com um pouco de remorso pois Math não sabia de nada, apesar de ser seu noivo, ela sabia que ele não gostaria nadinha de saber de seus atos e com certeza tentaria a proibir ou os dois teriam uma grande briga, e faltava apenas um mês para seu casamento, ela não iria estragar tudo.


- Querida nosso jantar ainda está de pé essa noite? -perguntou Math à (Seu Nome) saindo do banho-
- É claro que sim querido, temos que comemorar que você foi promovido. -ela responde-
- É por isso que eu te amo. -beijou a garota levemente-

        Math finalmente saiu para trabalhar deixando assim (Seu Nome) sozinha, a garota correu até seu closet de onde tirou uma caixa média que continha um presente destinado à Jenny, (Seu Nome) havia comprado um lindo ursinho marrom com roupinhas vermelhas, era o mais fofo de todos na loja.

      As horas foram se passando e  o coração de (Seu Nome) se alegrava de saber que estava prestes a fazer um rostinho ficar feliz, a garota atravessou a Avenida de frente ao orfanato e deu entrada, agora já não precisava assinar o caderninho de visitas, pois já não se tratava de uma visitante e sim alguém que já fazia parte da família daquele lugar.

     (Seu Nome) entrou com um grande sorriso na sala onde as crianças ficavam aquelas horas à procura do lindo rostinho de Jenny mas não o encontrou, seus olhos percorreram toda a sala mas ela simplesmente não encontrava Jenny. Virando as costas para sair da sala, a garota encontra Louis na porta a olhando com olhos tristes, ela caminha à passos rápidos até o rapaz:

- Louis que bom que está aqui, eu não sei, não consigo encontrar Jenny. Onde ela está?


- (Seu Nome)... A Jenny não está muito bem. Eu estava na enfermaria com ela até agora à pouco, só saí de lá pra vir te procurar. -o garoto coça os cabelos atordoado-
- Como assim não está muito bem? Cadê ela? Louis me leva até ela!
- Tudo bem calma, não precisa se preocupar, tudo indica que é só uma infecção estomacal, com alguns medicamentos ela já vai ficar boa.
- Ta mais eu quero ver ela mesmo assim.
- Okay nós vamos, mas antes... Porque tá levando uma caixa desse tamanho?
- É um presente. Pra Jenny.
- Tenho certeza que ela vai amar. -Louis sorriu docemente para a garota que retribuiu-lhe-

        Eles caminharam por alguns corredores que (Seu Nome) nem mesmo tinha conhecimento de que existiam e adentraram uma sala toda branca, a enfermaria com toda certeza. (Seu Nome) avistou Jenny rapidamente e correu até ela dando-lhe um super abraço. Então distanciou-se um pouco e segurou a menina pelos dois lados da cabeça conferindo se estava mesmo tudo bem como Louis disse:

- Você está bem meu amor? Fiquei tão preocupada quando Louis disse que estava aqui!
- Estou bem titia (Seu Nome), só o meu estômago que dói.
- Ah vai ficar tudo bem querida. -tentou acalmá-la- Olha, eu te trouxe um presente. 

       (Seu Nome) sorriu e Louis se aproximou com a caixa de presente que a garota havia jogado em seus braços assim que correu para encontrar Jenny.

- Aqui. -(Seu Nome) entregou o presente e Jenny sorriu abrindo-o- E então? Gostou? -perguntou (seu Nome) assim que a menina abriu a embalagem-
- Eu amei! -seus olhinhos brilhavam de felicidade e (seu Nome) sentiu que nada poderia pagar aquele momento- Obrigada (Seu Nome), eu te amo.

        Então Jenny abraçou (Seu Nome) pelo pescoço e lhe deu um beijo na bochecha. (Seu Nome) ainda estava um pouco atordoada com aqueles três simples palavras com um significado tão intenso, "eu te amo", ela sorriu depois de sair do transe e respondeu Jenny com lágrimas nos olhos:

- Eu também te amo pequena.

        Louis se aproximou delas abraçando (seu Nome) de lado e falou:

- E eu também te amo Jenny, não vai esquecer de mim agora né?
- Louis! -(Seu Nome) reclamou- Não vai dar uma de ciumento não é?


- Eu? Não! Imagina! -falou revoltado e depois sorriu pra Jenny- Mas você me ama né?
- É claro que eu amo tio Louis. -a garotinha sorriu feliz-

Naquela noite...

         (Seu Nome) e Math estavam num restaurante super chique comemorando que ele foi promovido, mas a cabeça da garota estava um turbilhão de pensamentos, estava tão preocupada com saúde de Jenny quanto com o que estava acontecendo com seu coração. Por algum motivo ela não queria estar ali naquele jantar, não queria estar ali com Math e só de pensar em um casamento com ele daqui a quatro semanas sentia seu estômago se contorcer por dentro. Ela queria respostas mas não as tinha, e sempre que tentava encontrá-las, acabava se distraindo pensando em... Bem, Louis. Na verdade todos os pensamentos de seu dia ultimamente eram voltados para ele ou para Jenny, ou às crianças do orfanato. Math balançou a mão em frente ao seu rosto a tirando do transe.

- Que foi? -ela perguntou confusa-
- Estou perguntando qual vinho você vai querer. -ele falou meio irritado-
- Ah sim, ãn... Pode escolher pra mim, você é bom nisso. -tentou sorrir-
- Então ta. -Math deu de ombros não se importando com o descaso dela-

          (Seu Nome) ouviu o celular vibrar na bolsa e quase pulou da cadeira com o choque. Olhou no visor e era Louis. Ela olhou pra frente e Math a encarava curioso mas pela sua expressão ele não queria que ela atendesse.

- Querida, -começou ele- estamos comemorando, não vai atender o celular né?
- Eu... -começou ela indecisa-


- Por favor?!
- Ta bom. -suspirou frustada- Se for importante vai ligar de novo. -sorriu para o noivo-
- É isso aí. O que vai comer?
- Só uma salada com molho branco.
- Ta bom.

          Ela olhou pra todas aquelas pessoas chiques à sua volta e percebeu que não se encaixava nem um pouco ali apesar de ter tanto dinheiro quanto eles. Preferia mil vezes a lanchonete barulhenta que ia com Louis todos os dias do que aquele lugar com gente de cara fechada e voz irritante. Aquilo estava definitivamente errado. E ela nunca havia se importado com isso antes mas agora as coisas pareciam tão diferentes por algum motivo. O celular voltou a tocar dentro da bolsa e seu coração gelou, logo pensou em Jenny e teve certeza que Louis não ligaria duas vezes seguidas se não fosse por isso.

- Desculpa amor, vou ter que atender.

          Ela se levantou da mesa e não esperou pela resposta do noivo, apenas saiu para atender o celular do lado de fora do restaurante. Atendeu soltando fumaça pela boca por conta do frio intenso naquela época do ano e sua voz saiu meio falha.

- Louis? A Jenny está bem? -foi a primeira coisa que ela perguntou-
- Não (Seu Nome), ela não está bem. Tive de vim para o hospital com ela e ela ficará internada, ainda estão fazendo exames pra saber o que é.
- Ah Meu Deus. -ela levou as mãos à boca- Em que hospital você está?
- No Hospital Regional, você vem?
- Sim, claro que sim. Não vou demorar muito.
- Tudo bem eu te espero, vou passar a noite aqui.
- Ta bom.

         Desligou o telefone e voltou pra dentro do restaurante aliviada por lá dentro estar quentinho, mas por outro lado seu coração estava apertado com medo de que acontecesse algo a Jenny. Ela não se sentou novamente, apenas falou:

- Math eu... -como ela iria falar aquilo?- Não posso ficar aqui, me ligaram e precisam de mim, tenho que ir. -por favor não faça perguntas, torceu ela-
- Te ligaram? Quem ligou? -ele questionou- Precisam de você... Quem precisa? Pode me explicar melhor?

         Droga! Agora ferrou, pensou (Seu Nome) sentindo que ele ficaria muito bravo, mas por incrível que pareça ela não estava se importando.

- Uma das crianças do orfanato está muito mal no hospital e eu preciso ir até lá vê-la.
- Você precisa? Porquê?
- Porquê eu gosto muito dela e estou preocupada.
- Então você tem visitado o orfanato e não contou?
- Sim Math tenho, não te falei porque sabia que você não iria gostar. Eu tenho que ir.
- Ta dizendo que uma crianças órfã é mais importante do que eu? 
- Você não está no hospital.
- Você não vai a lugar algum. -Math falou firme-
- Como é? -(Seu Nome) perguntou naquele tom de voz "se você é esperto não vai repetir"


- Eu disse que você não vai a lugar algum, como seu noivo eu exijo que você fique aqui.
- Você é meu noivo não meu dono. -ela falou irritada- Eu vou, você deixando ou não.
- Mas a gente precisa conversar direito sobre isso!
- Conversamos quando eu chegar, tchau.

         Ela deu as costas pra ele e seguiu pegando um táxi para o hospital.

Vou tentar postar o próximo o mais rápido possível. Depois de quase um ano eu decidi aparecer né, eu sei. Podem me odiar, me xingar, eu mereço, só não me batam rsrs. É isso! -Deh♥

8 comentários:

  1. Já estava com saudades de você e da sua fic continua logo por favor :)

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    1. O mais rápido que eu puder prometo! *---------*

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  2. Até que enfim! Posta logo o próximo ♥

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  3. Até que enfim! Não aguentava mais esperar! Posta logo o próximo, por favoooooor!!!

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    1. Eu sei demorou neh? Desculpa. Vou postar logo logo *--------------*

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  4. Ameeeeeeeeei continua logo <3333333

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