Rock Me / Prólogo - Black and Violet

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Trailer da fanfic aqui

Bem-vindo à nova era, à nova era — Radioactive (Imagine Dragons)
345 d. C.
— Vamos Nádia, você consegue! — o homem segurou os ombros da mulher, que ainda estava em dúvida se conseguiria fazer a poção ou não. Nádia, bem no fundo, sabia que a resposta seria não. Mais o que ela não faria por Khalil? — Me dê 3 motivos para não fazer a poção. Você consegue! É uma bruxa super poderosa. Vamos, Nádia. — mal sabia a mulher que o homem tinha outras intenções com essa poção.
— Tudo bem. E-eu faço. — se deu por vencida. — Preciso de uma gota de sangue de anjo, lobisomem, vampiro, e qualquer tipo de uma espécie de demônio, não precisa ser de todas. — passou as instruções enquanto pegava o cálice que iria ser usado para a maldição. Hesitando, ainda, Nádia se virou para Khalil. — Você sabe que vão nos punir, certo? Isso é proibido! Vamos criar uma nova espécie perigosa, não sabemos como será o jeito dela de pensar, ou então como ela irá se comportar.
— Nádia, faça isso, por mim. — usou um de seus truques. — Como eu sabia que você iria pedir as gotas de sangue dessas espécies, eu já trouxe-as comigo. — entregou uns potinhos bem pequenos, com uma pequena quantidade de sangue de cada um dessas espécies.
     Nádia então colocou a quantidade que continha o sangue dessas espécies, e começou o feitiço. Suas mãos de moviam por cima do cálice, enquanto ela falava palavras de outras línguas fazendo a poção. O céu começou a ficar negro, o vento ficou super agitado, fazendo as folhas das árvores voarem. As nuvens negras começaram a deixar os pingos de água desceram para o chão, tornando logo uma tempestade. O cálice começou a tremer, isso era sinal de que a poção para fazer uma nova espécie de ser estava dando certo. E então, a última palavra para completar. O clima voltou ao normal. As nuvens voltaram na sua cor de sempre, o sol voltou a fazer seu trabalho, e a chuva parou. Quando Nádia olhou para a poção dentro do cálice, viu que tinha dado certo. Era a cor violeta e borbulhava um pouco.
— Khalil não podemos fazer isso! E-eu vou esconder essa poção num lugar seguro! Não podemos usar isso, os deuses vão nos punir e... — foi interrompida.
— Nádia será que uma vez na vida você pode fazer alguma coisa certa?! Me dê essa poção, eu vou tomá-la agora! — tentou pegar o cálice, mais Nádia o puxou para si, e saiu correndo logo em seguida. Khalil foi correndo atrás dela, mais pelo chão estar úmido por causa da leve chuva, acabou escorregando, dando mais tempo para Nádia fugir.
     Quando Nádia percebeu que estava longe o bastante, olhou pros lados, e então avistou uma rosa branca. Isso! Despejou a poção em cima da rosa, fazendo a mesma ter a cor violeta. A rosa iria sustentar o poder da poção, que também continha imortalidade. Assim a rosa não morreria desse dia em diante. Nádia começou a cavar um buraco e jogou a rosa dentro do mesmo.
     Assim que o trabalho estava feito, tampou o buraco novamente. Ouviu seu nome, e se virou para trás, vendo um Khalil furioso atrás dela. Nádia se perguntou o que ele faria, e então, a resposta foi: Khalil pegou uma estaca, e enfiou no coração da mesma, fazendo a suspirar de dor, e tremer um pouco, mais logo seus olhos se fecharam e ela caiu morta no chão. Mais pelo menos, a rosa estava salva, junto com a poção.
Dias atuais
     SeuNome, Ana e Debby cavavam o buraco para jogar o corpo da cadela, já morta. A morte teve motivo, foi porque a cadelinha já estava velha demais. Já era hora de ir para um lugar melhor. Debby ainda tinha rastros de lágrimas no rosto, assim como Ana, mais SeuNome ainda deixava lágrimas escaparem. Em 14 Anos aquela cadela foi o que mais fez SeuNome feliz. Desde pequena a garota a tinha, sempre foi a sua companheira.
— Espera, o que é aquilo? — Ana apontou para uma flor negra dentro do buraco que SeuNome havia cavado.
— Uma rosa... negra?! — respondeu SeuNome confusa. — Existe rosas negras? — agachou e esticou o braço para pegá-la.
— Pelo o que eu saiba, não, não existe. — Debby respondeu, se agachando ao lado de SeuNome.
— Ela é linda. — SeuNome estava admirada. Quando pegou a rosa, a mesma espetou seu polegar com os espinhos, e soltou a rosa na mesma hora. A rosa caiu no chão, e em seguida uma gota do sangue de SeuNome caiu por cima de uma pétala da rosa, e a mesma ficou na cor violeta logo em seguida.
— O QUÊ?! — Ana berrou. — Ela ficou violeta? Como assim? Eu estou ficando velha demais e não estou enxergando, ou de negra ela ficou violeta?! — estava perplexa.
— E-eu também vi isso. — Debby concordou com Ana. — Que coisa mais estranha. Eu nunca vi uma rosa mudar de cor.
     SeuNome não se pronunciava. Havia algo naquela rosa que a encantava. Ignorou seu dedo que pingava sangue, e pegou a rosa na mão. Levou-a perto do nariz, e sentiu o cheiro encantador da rosa. Não tinha como descrever, mais SeuNome nunca havia sentido o cheiro de uma rosa como essa. Era diferente, e única.
— O que você tá fazendo? — Debby perguntou confusa. Na mesma hora, seus olhos se arregalaram, assim como os de Ana. Parecia que o pozinho que deixava a rosa cor violeta, estava indo direto para dentro da boca entre-aberta de SeuNome.
— SeuNome você está... roubando a cor da rosa? — Ana piscou os olhos diversas vezes, ainda não conseguia acreditar no que via. O pozinho já havia entrado pela boca de SeuNome, e agora a rosa estava sem cor. Estava branca. SeuNome começou a tossir, e soltou a rosa no chão. A garota começou a sentir tonturas e tudo ao seu redor girava, parecia que alguém havia dado uma pancada na cabeça dela.
— SeuNome? SeuNome? O que aconteceu? — Debby segurou o corpo da garota pelo braço, evitando de que a mesma caísse no buraco que havia cavado.
     Ana, antes de ajudar a amiga, desviou o olhar para a rosa que se encontrava podre agora, toda degastada, como se estivesse super velha e viveu mais do que as outras rosas.
— O que está acontecendo? — Ana deu leves tapinhas na bochecha de SeuNome, mais quando percebeu, a mesma já havia desmaiado.
...
     SeuNome acordou e olhou á sua volta. Os raios solares entravam pela janela, já havia amanhecido. Sua barriga roncava, e seu estômago implorava por alguma coisa. SeuNome viu Ana sentada na poltrona, dormindo, e sentiu uma culpa imensa. Elas haviam dormido aqui por causa dela?
     A garota se levantou da cama, e com cuidado e muito esforço conseguiu colocar Ana em cima do sofá. Debby estava deitada do lado de SeuNome na cama, e SeuNome sorriu. Ana era uma boa amiga. Com certeza havia deixado Debby dormir ao lado da garota ao invés dela ficar com a cama.
     Em passos rápidos, SeuNome foi até o banheiro e fechou a porta. Se olhou no espelho, e sua aparência estava melhor. Não tinha olheiras, seu cabelo parecia mais sedoso, seu corpo estava mais delineado. A não ser que ela nunca havia reparado direito no próprio corpo, mais sentia que ele estava mais jovem e mais... perfeito.
     Escovou os dentes, e entrou no box. Ligou o chuveiro, e a água estava morna. SeuNome adorava a sensação de ter aquelas gotinhas escorrendo pelo seu corpo. Terminou o banho, e se enrolou na toalha. Saiu do banheiro, e voltou pro quarto. Ana já tinha mudado de posição, estava mais "folgada". SeuNome foi até o closet pegar uma roupa, mais antes, passou pela frente do espelho. No seu braço tinha uma tatuagem. Forçou a visão, e olhou pro seu braço. Tinha a tatuagem de um olho, parecia ser de uma mulher. O olho estava pintado em volta, com brilho, pelo menos era isso que parecia.
     Para SeuNome, aquilo estava super confuso. Mais a tatuagem tinha um significado. Era o olhar de Nádia antes de morrer. Não era um olhar triste, era um olhar até feliz por ela ter conseguido esconder a poção. Agora, SeuNome já estava encarregada da maldição.
...
— Alguém achou a poção. — um dos magos do reino do céu disse. A atenção se voltou pra ele na mesma hora, todos perplexos.
— Acharam? Quem? — começaram a fazer várias perguntas. O mago olhou para a bola de cristal a sua frente, onde mostrava SeuNome olhando confusa para a tatuagem, que significava uma coisa: SeuNome agora era o ser mais poderoso do mundo inteiro, podendo destruir reinos, infernos, até mesmo um continente.
— Por enquanto o comportamento está normal. Nada de descontrole ou algo do tipo. — continuou olhando. Todos ali viram a garota chamar o nome de alguém, em seguida uma garota de cabelos loiros com a maquiagem um pouco forte, e mexas rosas, se levantou.
"— Vocês estão fazendo algum tipo de piadinha comigo? Quem me tatuou?
— E-eu não sei. Um olho roxo e avermelhado? Que porra é essa?
— Deve ser alguma zoeira da Debby. Vou conversar com ela depois. — deu ombros.
— Está melhor? Você roubando o pozinho violeta da rosa foi tão estranho. Depois daquilo você desmaiou. — abraçou SeuNome de lado."
Ela teve o contato com a garota amaldiçoada. Algo irá acontecer com ela, mago? — perguntaram.
— As primeiras pessoas que tiverem contato com a amaldiçoada irão virar algum tipo de espécie, seja anjo, vampiro, lobisomem, demônio ou bruxa. Naquela época Nádia usou o sangue de todas essas criaturas. Assim, fez a junção de todas elas em uma espécie só. Essa garota agora tem o poder de todas em uma só. — colocou as duas mãos sobre a bola de cristal e fechou os olhos se concentrando. — O nome dela é SeuNome, 19 Anos, matou os pais, tem uma aura negra, muito negra. Ela age por impulso, sem se importar. Essa garota que teve o primeiro contato com ela se chama Ana. — abriu os olhos e tirou as mãos da bola de cristal. — Ela não consegue se controlar na maioria das vezes. Isso pode ser um problema, as emoções dela será muito forte, capaz dela não conseguir se controlar.
— Acha que uma hora dessas, á reinos já se preparando para ir atrás dela? — perguntou uma das magas.
— Sim. Só esquecemos de uma coisa...
— O que?
— Quando Nádia fez a poção, tinha 20 Anos. O que significa que, a maldição está aguardando para surgir de dentro pra fora. SeuNome ainda tem 19 Anos, apenas com 20 a maldição se manifesta, pelo fato de Nádia ter feito com 20 anos a poção. — de repente, uma tontura passou pela cabeça do mago. — Irá ter uma guerra, entre o céu, o inferno, o universo... — caiu no chão. — Faram o impossível para conseguir o sangue dessa garota. — fechou os olhos, e então, o mago estava morto. Assim que soltou o último suspiro, virou oficial: A guerra entre os mundos estava declarada. Todos com um motivo: Ter o sangue de SeuNome em suas mãos.

Oi, oi amorecos ~apelido escroto viu .--.
Tudo bem com vocês? Espero que sim.
Esse prólogo ficou uma merda, e vocês devem ter ficado um pouco confusas, mais como eu sou muito boazinha eu coloquei alguns fatos pra vocês não ficarem tipo "que porra é essa?", okay?
Só peço uma coisa: Deem uma chance pra fic, o prólogo sempre é uma bostinha ~pelo menos os meus prólogos sempre são meio "nada de interessante, bai bai".
Ah, e se a Lizzy estiver lendo isso, preciso pedir: Lizzy minha fofa do core, eu te mandei um e-mail, lê ele lá tá?
Bjookas amores, nos vemos no primeiro capítulo :3

10 comentários:

  1. Adorei o prólogo, mas, revise a diferença entre mais e mas :)x

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  2. Já amei desde o prólogo continua logo pls
    #Isaah

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  3. Amei esse prólogo!
    Estou curiosa, continua logo linda..
    #Caah

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  4. Tudo bem sim e com você? Cara que droides, e eu não achei uma bosta esse prólogo não, eu curti e estou muito curiosa pelo primeiro capítulo
    xoxo Duda

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  5. Continua please !lovei !
    Thatahxx

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