Truly, Madly, Deeply - Prólogo

| | |
- Prólogo



Narradora P.O.V

      O fogo consumia aos poucos o quarto da pequena criança que dormia tranquilamente. Infelizmente, ninguém sentia o cheiro ou percebia que a casa estava prestes a não existir mais. Apenas cinzas e quem sabe, alguns pertences. Lorena, a mãe da criança. Passava pelo quarto da pequenina quando viu algo de diferente pela brecha embaixo da porta. Uma luz laranja brilhava no quarto.

      Desconfiada, ela abriu a porta e assustou-se ao ver o fogo bem perto do berço da pequena menina. Angustiada, ela rapidamente pegou a criança e correu para o telefone pedindo ajuda. Enquanto falava ao telefone, era o tempo que o fogo consumia a casa aos poucos, fazendo Lorena tossir. Em sua cabeça, ela só conseguia ver-se salvando sua filha.

      - Não se preocupe minha pequena. Tudo vai ficar bem!

      Lorena garantiu a pequena criança em seus braços. Cansada de esperar que atendessem a ligação. Lorena deixou o telefone de lado e saiu de sua casa, no qual já estava coberta em chamas. Os vizinhos, que haviam acordado com o cheiro de fumaça, apressaram-se em ligar para o corpo de bombeiros. Ambos com medo de que o fogo atingisse suas casas.

      Lorena tentava fazer que sua filha, SeuNome parasse de chorar. Mas no final das contas, ela também acabou chorando. Sua casa era a única coisa no qual ela tinha. Como estava a perdendo, também estaria perdendo SeuNome. A pequena, sendo fruto de uma traição agora poderia ficar sozinha para sempre.

      Seu pai, no qual não irei citar o nome, a rejeitou, disse que não queria uma filha sendo fruto de uma traição. E ao descobrir que se ele não cuidasse da pequena, Lorena corria o risco de perdê-la para sempre. A única coisa que a fazia ter sua pequena, era a sua casa que no momento era engolida pelo fogo.

      - Não. Eu não vou permitir que te levem embora.

      Lorena afirmava com toda a certeza. Alguns meses antes, o pai da criança disse à justiça que Lorena não tinha condições de cuidar da criança, o que não era mentira. Ele não era uma pessoa ruim, apenas estava passando por um momento difícil em sua família. E, agora que descobriu que a sua amante esperava uma filha sua. Como não irei mencionar nomes, não agora. O chamarei apenas de: David.

      - Senhor, essa mulher não tem condições de cuidar daquela criança. – Dizia o homem. – Não sou nada delas, mas sei o suficiente para dizer que ela não pode cuidar dessa menina.
      - E por que acha isso? – Perguntou o homem a sua frente.
      - Conheço a mãe daquela criança. Somos amigos de uma longa data. Ela não tem marido e o pai da garotinha a abandonou. E tudo que ela tem é a casa. Sem a casa, as duas não terão para onde ir.
      - E o que você quer que eu faça meu jovem?
      - A questão é essa. Eu não quero. A sua obrigação é decretar que se Lorena perder sua casa, ela pode perder a menina. Pois ela não terá condições de criar um bebê na rua.
      - Tenho de concordar com o senhor. Se esta mulher perder sua casa, perderá a filha.
      - O quê? O senhor não pode fazer isso!
      - Não quer ver a sua filha se prostituindo para poder sobreviver, quer? – Lorena negou com a cabeça. – Então está decidido.
      Eu espero que você perca a sua miséria que chama de casa. – Sussurrou.
      - Se esta mulher perder a única coisa que a mantem com a criança. Infelizmente a menina será levada para uma casa de adoção.

      Agora Lorena estava perdendo a sua casa. E temia que a justiça soubesse e tomasse sua filha. Enquanto todos estavam distraídos com o fogo. Lorena saia daquele lugar, bem devagar. Sua filha dormia em seus braços como um anjo. Quando estava longe o suficiente para poder pegar um taxi e ir embora, o destino lhe tira o que mais ama.

      - A onde pensa que vai?
      - David! Por favor, não me deixe ficar longe de minha filha! – Implorou.
      - Eu até deixaria você ficar com ela. Mas você sabe muito bem o que a justiça decidiu Lorena.
      - Isto é tudo por sua causa! Se eu soubesse que você iria fazer isso com sua própria filha nunca teria me envolvido com você.
      - O que posso fazer? O que foi feito, já está feito.
      - Eu só te peço para que me deixe ficar com a minha filha. Será que é pedir demais?
      - Infelizmente eu sou uma pessoa que segue as leis. E se decidiram que se você perdesse a sua casa também perderia a sua filha, então é isso que vou fazer. Diga adeus à SeuNome.
      - Não! David! – Ela gritou. Mas o homem no qual se envolveu, levou a sua filha pra longe. Bem longe de Mullingar.
Continua...

Esse é o prólogo da fanfic. Eu espero que vocês tenham gostado, pois para mim ficou um pouquinho legal, até. Até o próximo capítulo de Danger In Love

12 comentários:

  1. Oo *_* anciosa para o início dela
    xoxo Duda

    ResponderExcluir
  2. Buguei, me chamo Lorena '-'

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Não você se chama SeuNome, Lorena é o nome da sua mãe

      Excluir
  3. Oh, chorei HAHAHA
    Quando começa? A fanfic concerteza vai fazer parte 'daquela lista'. Este é o nome da minha fanfic e fiquei muito feliz quando vi a sinopse e mais quando li o prologo, e agora estou aqui esperando você continuar o mais rápido!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu vi a sua fic, e já está na minha lista das que vou ler. Pra ser bem sincera, eu me baseei no seu título. E eu fico feliz que vc tenha gostado

      Excluir
  4. Já começo bem, me predeu muito essa história! Está de parabéns, com certeza eu vou ler.
    Continua linda!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. :D Muito obrigada. Mas quem está de parabéns aqui é você. Suas fanfics são simplesmente perfeitas e completamente viciantes. Você deveria escrever um livro sabia? E eu, certamente irie comprar

      Excluir
  5. Wow chorei kkkkkk, continua e ansiosa :3

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Wou!!!! Já postei o capítulo 1 e o 2 já está sendo escrito

      Excluir