Only You - Chapter One

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"Piloto"

SeuNome P.O.V's

      A água gelada do mar tocava os meus pés a cada segundo que se passava. O vento bagunçava meus cabelos e secava meu rosto molhado por conta das lágrimas. Possivelmente essa seria a última vez no qual eu veris os "meus pais" ou até mesmo a Irlanda. Eu passei a vida inteira acreditando que era filha de sangue e que era Irlandesa. Mas infelizmente a minha vida foi feita de mentiras e segredos. Fazia cerca de duas horas que descobri ser adotada e que provavelmente a minha verdadeira família está em Londres. Acabo de ter uma briga feia com meu pai e o mesmo me contou que eu era adotada e que se fosse por ele, eu não teria sido adotada. Minha mãe, chorava no momento em que ele revelou esse fato sobre mim, e por estar bravo, me expulsou de casa. Qual era o motivo da briga? Eu experimentei o crack. É, eu não sou uma filha perfeita. Mas a sorte que eu tenho é que eu não gostei. 

      Peguei minhas sandálias e voltei correndo para casa, eu estava disposta a realizar o pedido do homem que disse a minha vida inteira que era o meu pai. Ao chegar, minha mãe ainda chorava e implorava ao meu pai para deixar-me ficar, mas seus pedidos não adiantaram, ele continuava com a mesma resposta e a mesma reação de quando lhe contei que alguns amigos haviam me dado crack. Eu esperava uma reação melhor do que essa, mas isto não aconteceu. Experimentar aquela coisa só me trouxe desgraça, eu preferia não saber que era adotada e que meu pai de criação não me amava quanto eu pensei que amava. É horrível sentir essa sensação!

      Subi para o meu quarto e comecei a arrumar as minhas coisas. Minha mãe continuava gritando desesperadamente para meu pai deixar-me ficar, mas nem mesmo ele atendendo ao seu pedido eu ficaria naquela casa, depois de tudo que ele falou para mim. Agora eu tinha outro objetivo na minha vida, encontrar a minha verdadeira família, nem que isso levasse a vida toda. Se me rejeitarem, pelo menos eu terei os vistos e talvez, tenha falado com eles. Terminei de arrumar a minha mala e saí de casa dando um adeus a minha mãe. Ela perguntava para onde eu iria, e eu só conseguia responder que iria deixar a vida me levar. Eu só espero que um dia nós podermos nos ver novamente.

      - Não, não vai!

      Foi a última coisa que ouvi antes de deixar metade da minha vida para trás. Agora, eu teria de me virar sozinha. Agora eu estou dependendo de mim mesma para conseguir sobreviver sozinha e com o resto da gorjeta do restaurante em que eu trabalhava. É, antes de contar ao meu pai o que experimentei, eu havia sido acusada de roubar o restaurante e acabei sendo demitida. Mas na verdade, quem roubou aquela merda foi a Cléo, a babona do dono do restaurante. Bem, mas isso não tem nada haver com o que acontecerá com meu futuro. Pelo menos eu acho. As coisas não poderiam ficar piores, excerto por uma chuva não prevista que começou a cair do nada. Lembrei-me daqueles filmes em que a garota foge de casa e assim que ela saí começa a chover. Então, era quase isso o que estava acontecendo comigo naquele exato momento.

      Sentada em um ponto de ônibus, a única coisa que eu tinha para me cobrir da chuva era a minha mochila, no qual não adiantava de nada, eu continuava sendo molhada pela chuva e as minhas poucas roupas que estavam na mochila também ficavam molhadas. Sempre tive azar, e eu tenho a absoluta certeza de que hoje é o dia mais azarado de toda a minha vida cercada de mentiras. Quando já estava prestes a procurar um táxi, vi um ônibus e acenei para que o mesmo parasse para mim poder pegá-lo. E felizmente, a sorte veio até mim. O ônibus que eu acabara de pegar iria pelo menos até Oxford, lá, eu poderia pegar outro ônibus ou algum avião para poder chegar até em Londres, lugar onde certamente os meus pais deveriam estar. Mas só tinha um pequeno probleminha... Eu não fazia a mínima ideia de onde eles moravam. Pelo que ouvi falar, Londres é enorme e é claro que eu não vou sair perguntando pra todo mundo que eu ver se por acaso eles estejam procurando uma filha perdida com aproximadamente dezenove anos.

      Eu devo ser o ser humano mais burro da fase da Terra. Onde já se viu? Procurar os verdadeiros pais sem ao menos ter o endereço de onde eles moram? Bufei e abri a mochila para ver se a chuva havia estragado muita coisa. E pelo jeito, não muita coisa, graças a Deus. Na mochila, havia um caderno no qual eu não havia colocado nem percebido que estava ali. Olhei bem para a mochila e percebi que não era a minha e sim a mochila no qual a minha mãe nunca deixou eu pegar e nunca usa. Provavelmente esse caderno deveria ser dela, e como ela não está aqui, acho que ela não se importaria se eu lesse o que está escrito. Como ela sempre diz: Algumas vezes ler algo escondido pode nos trazer grandes surpresas. E eu estava louca para saber o que tinha naquele pequeno caderno. O abri e foleei algumas folhas, apenas as duas primeiras estavam com algo escrito. Por conta da chuva, algumas palavras estavam borradas, mas isso não me impedia de saber o que estava escrito ali.

    "Querida SeuNome, sei que o certo era eu estar te contando isso pessoalmente, mas, eu tinha medo de que você não fosse entender o que eu tinha para lhe dizer. O modo mais fácil que eu encontrei, foi escrevendo uma carta. Sabe, eu sempre te amei, desde o dia em que você nasceu. A verdade, é que eu não sou sua verdadeira mãe, e eu vou te contar como te consegui no decorrer desta carta. Talvez, você nunca vá me perdoar, mas tenta entender que tudo o que eu fiz foi por amor. A verdade é que eu era a melhor amiga da sua mãe. O nome dela era ... E, assim como ela, eu estava grávida, mas não era de você. Sei que o que vai ler vai te abalar e te deixar furiosa comigo, por isso decidi que iria ler apenas quando tivesse seus dezoito anos. Mas, voltando ao seu passado. Em uma madrugada, eu estava sem sono e morrendo de sede. 
    Decidi ir tomar água, embora fosse um pouco arriscado descer as escadas sem alguém me acompanhando, mas eu decidi arriscar. Desci devagar as escadas, e sem querer, acabei tropeçando em meus próprios pés e caindo escada abaixo. Eu gritei pedindo socorro, e o marido de ... veio me socorrer. Fui levada ao hospital com urgência, e quando eu estava feliz por estar viva e tudo estar bem, eu recebo a notícia de que eu havia perdido o meu filho. Fiquei arrasada durante dias, meses pra falar a verdade. Uns três meses depois, ... deu a luz a uma linda menininha, você. SeuNome, você foi a coisa mais fofa que eu já vi em toda a minha vida, e você foi a coisa que me fez tornar-me a maior inimiga da sua mãe. SeuNome, o que eu estou tentando te dizer é que assim que você nasceu, eu amei tanto você que a desejei ter para mim. 
    Eu estava fora de mim naquela noite, e quando todos da casa já estavam dormindo, eu te peguei e fugi com você para a Irlanda. Eu cuidei você, amei você, eduquei você, e lhe dei tudo do que precisava. Neste exato momento, você deve estar com ódio de mim, mas eu não vou lhe implorar perdão, afinal, eu não o mereço. Embora isso seja doloroso para mim, eu quero que você encontre a sua verdadeira família. Há alguns anos, descobri que seu irmão, ... havia saído de ... para poder ter sucesso em Londres. Não sei se ele conseguiu, mas provavelmente ele ainda deve estar em Londres. Sabe, você se parece tanto com ele. E se caso um dia o encontrar, as pessoas com quem ele convive vão perceber a semelhança. Além de ..., você tem mais irmãos, mas eu não me recordo quantas eram ou se ... teve outros filhos. 
    Eu me arrependo de tudo que eu fiz. Eu menti pra você, menti para minha melhor amiga, menti para o meu marido. E agora, eu te dou a missão de concertar o erro que eu fiz. Sei que não vai concertá-lo, mas vai encontrar quem você realmente é. Na minha mochila, aquela que eu não deixo ninguém pegar, tem um pequeno caderno. Nele, eu escrevi estar carta que está lendo e no final está o provável endereço da casa de seu irmão. Vá até ele, filha! Ele vai te contar como tudo aconteceu melhor do que eu e o motivo de eu não estar convivendo com 'o seu pai' naquela época. Eu espero que me perdoe por tudo."

      - Você me enganou a vida inteira, mãe. - Disse para mim mesma. - A minha vida realmente foi uma verdadeira mentira. - Enxuguei as lágrimas e funguei. O ônibus deu uma parada e passageiros entravam e saíam. Um garoto de cabelos ruivos olhou para a cadeira ao meu lado e veio até onde eu estava.
      - Desculpe incomodá-la, mas eu posso me sentar aqui com você? - Ele perguntou. Coisa que é raro de se acontecer. Geralmente, as pessoas vão logo se sentando sem se importar se outra pessoa não irá se incomodar. Dei um leve sorriso.
      - Claro, fique a vontade! - Ele sorriu e sentou-se.
      - Me chamo Victor, prazer! - Ele esticou a mão e eu o cumprimentei. - Qual é o seu nome, moça?
      - Chamo-me SeuNome. - Sorri. - Bom, até onde eu sei... Esse é o meu nome. - Ao lembrar da carta de minha mãe, xinguei mentalmente a chuva. O nome da minha verdadeira mãe e meu irmão estavam escritos ali, mas a chuva manchou justamente nesta parte. Manchou até mesmo uma pista importante, o lugar em que meu irmão morava e a minha mãe está.
      - Desculpe a pergunta e a minha curiosidade. Mas eu queria saber se aconteceu algo de muito grave por ter chorado tanto. - Novamente ele pergunta. Pelo pouco tempo que estou com ele, percebi que sempre pede desculpa ao fazer uma pergunta. Bem, nem sempre pede desculpas.
      - Não foi nada, eu só descobri que passei dezenove anos vivendo uma mentira. Mas... Mudando de assuntou, para onde vai?
      - Vou para Londres. Pretendo fazer faculdade de direito por lá. E você?
      - Sério? Quando você for um advogado, tenha a absoluta certeza de que já tem uma cliente antes mesmo de fazer a faculdade. - Ele riu. - Bem, eu também vou para Londres. Pretendo procurar alguém.
      - Pelo visto vamos passar a viagem inteira conversando. Isto é, caso você queira conversar comigo.
      - Quero. Eu estou precisando mesmo me distanciar dos pensamentos ruins que estão me cercando à horas. - Ri.
...
      - Deixe-me ajudá-la com essa mochila!
      - Não precisa Victor. Obrigada pelo seu cavalheirismo mas eu consigo levar essa mochila. Sério mesmo. - Era a sétima vez que eu dizia que não precisava que Victor carregasse a minha mochila. Mas o garoto insistia em levar a mochila. Agora a única coisa que falta é ele pedir para me carregar nas costas dele também.
      - Eu estou te oferecendo ajuda e você não se aproveita disso? Que tipo de garota é você, SeuNome? Geralmente, as garotas se aproveitam de nós homens para carregar as suas coisas. E nós como bobos carregamos as coisas. Especialmente se ela for bonita como você.
      - Acontece que eu não sou esse tipo de garota. E para de me dar cantada. Para a sua sorte, eu estou um pouco deprimida para não acertar um machado na sua cabeça.
      - Um machado? Prefiro um soco, é muito mais macio.
      - Tenho um lado viking que você vai descobrir com o tempo meu caro amigo.
      - Então quer dizer que vamos nos reencontrar algum dia?
      - Quem sabe. - Dei de ombros.
      - E esse lance de viking. É sério mesmo? Você é daquele tipo de garota que ao invés de dar um tapa no namorado que te traiu vai logo cortando os membros dos braços e pernas e os colocando em outros lugares do corpo?
      - Tipo isso. Mas eu prefiro arrancar as tripas do que trocar os membros dele. - Victor engoliu em seco. - Tenho pena se um dia eu tiver um namorado e ele me trair.
      - É, eu também vou sentir muita dó dele.

      Ri e infelizmente eu e Victor tivemos que nos separar. Ele iria para o outro lado da cidade e eu estava sem dinheiro para pagar um táxi, e caso eu dissesse a ele que estava sem dinheiro, ele provavelmente iria pagar um táxi para mim. Peguei o caderno e por sorte o endereço que minha mãe havia escrito não estava manchado como na carta. Dei um suspiro e a primeira coisa que faria era sair perguntado onde era aquele endereço. A pergunta que não saía da minha mente era: Como a minha mãe conseguiu aquele endereço? E como ela sabia até o endereço da casa do garoto? Cada coisa estranha que está acontecendo ultimamente.
As ruas de Londres eram realmente lindas, mas elas estavam tirando a minha concentração em meu objetivo. Olhei novamente para o endereço e perguntei a uma senhora que passava se ela conhecia a rua. Felizmente, ela respondeu que sim e disse que naquela rua morava cinco jovens bastante famosos. Ela me mostrou a direção em que eu deveria ir, e também disse que eu não estava muito longe da rua. A agradeci e continuei seguindo meu caminho. Eu chegaria lá bem mais rápido se um idiota não tivesse se jogado em mim e termos caído no meio do mato. O local em que eu estava passando tinha uma praça e bem ao meu lado um arbusto, local em que eu caí com o cara.

      - Mas que...
      - Shhh! Não fala nada. Eu estou fugindo. - O garoto colocou o dedo indicador em meus lábios e ficou olhando para todos os lados, como se estivesse sendo perseguido por alguém e estando no ponto de morrer. Que ótimo! Agora eu serei refém desse cara.
      - Será que você poderia me soltar? - Perguntei. - É sério, você está me machucando! - Quase gritei. Eu queria que alguém nos visse e que prendesse esse homem.
      - Já disse para calar a boca! - O viado falou isso como se fosse uma ordem.
      - Olha aqui! Eu não vim para Londres pra ser mandada calar a boca por um homem que eu nem conheço. Agora se não me soltar eu vou... - Além de me mandar calar a boca, o cara tampa a minha boca. Ouvi alguns passos e garotas perguntando para onde ele tinha ido e que não acreditavam que havia visto ele. Quem era esse maluco? Elas saíram e o garoto deu um suspiro de alívio. Sem perder tempo, mordi a mãe dele que deu um grito e se levantou me segurando com a outra mão.
      - Por que fez isso?
      - Foi a única coisa que eu tinha em mente para fazer você tirar essa mão nojenta da minha boca. Eu nem te conheço e você já vem me mandando calar a boca e sem mais nem menos tampa a minha boca. Quem é você?
      - Espera! Você não sabe quem eu sou? - Ele deu uma gargalhada.
      - E por acaso eu deveria?
      - Não. Mas era pra saber. Você não lê revistas ou jornais?
      - Não tenho tempo para saber sobre fofocas. Prefiro ler um livro e curtir a praia.
      - Parece que eu encontrei uma mal informada.
      - Eu não sei quem você é e nem preciso saber. Só sei que as Londrinas são bem loucas a ponto de correr atrás de um cara como você.
      - Claro que elas correm, todas correm. E olha o modo como fala comigo.
      - Desculpe, mas eu não tenho culpa dessas garotas serem tão cegas a ponto de não ver a sua cara feia que mais parece o Chuck do que uma pessoa. - Dei um sorriso irônico.
      - Eu não gosto de você. - Dei outro sorriso irônico e apertei as bochechas do garoto que tinha uma expressão nada agradável. O rosto do rapaz estava ficando vermelho, e olha que ele nem era tão branco assim.
      - Não precisa dizer isso, eu já percebi! - Soltei suas bochechas. - E afinal, eu também não gosto de você.
      - É bom saber disso. Assim como também é bom saber que pelo menos uma pessoa no mundo não sabia a merda do meu nome. Pelo menos uma. Mesmo sendo apenas uma já é bom o bastante.
      - Seu nome é tão feio assim? Pois pra chamar o nome de merda só se ele for feio pra caramba. - Ele voltou a expressão séria. - O que foi? Eu só achei que o seu nome deveria ser muito feio para xingar o próprio nome.
      - Eu já disse que não gosto de você?
      - Só umas duas vezes! - Sorri. - Agora se puder me dar licença. Eu tenho uma coisa importantíssima para fazer e não posso ficar conversando com babacas.
      - E qual é a coisa importante? Encontrar-se com seus amigos drogados e juntos fumarem uma maconha das pesadas? Acho que você deve fazer todo dia, portanto, nem é novidade pra você fumar umas por aí.
      - Desculpe mas eu não sou você. - O sorriso em seu rosto desapareceu dando lugar a uma super cara de zangado.
      - Eu não sou o tipo de pessoa que logo de cara não gosta da pessoa, mas você é a primeira a me irritar logo nas primeiras palavras que disse. Cuidado, eu tenho dinheiro suficiente para mandar darem um sumiço em você, então é melhor sair do meu caminho.
      - Para a sua informação, eu não tenho medo de ameaças. E pessoas como você deveriam estar na cadeia. Agora, se não me der licença, eu vou fazer você vomitar as suas tripas.
      - Cuidado menina. Você não sabe com quem está se metendo. Se eu fosse você já estaria correndo.
CONTINUA...
Próximo Capítulo
Como eu já disse, Danger In Love já está acabando. E como está no fim, já estou começando a postar a nova fanfic. O próximo capítulo sairá semana que vem. E DIL saíra amanhã, caso eu tenha tempo. E como todas sabem, eu não sou boa em primeiros capítulos, então eu não sei se vocês gostaram deste capítulo, mas juro que vai começar a ficar legal. Gente, o Harry ameaçou vocês! Vocês acham que ele seria capaz de mandar fazer algo de ruim com vocês? Um dia vamos ficar sabendo.
Link da postagem para vocês acompanharem a fic ou tenha perdido algum capítulo.

24 comentários:

  1. Posta logo o 2º pelo amor de Deus...
    T-T
    Em lagrimas querendo o 2º

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  2. Tô vendo que essa Fic vai ser totalmente perfeita

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  3. Cara todas vocês do blloger escrevem muito bem.
    Meu Deus do Ceu que talento

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  4. Santa maria da bunda pelada Jesuis isso esta perfeito

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  5. Continua.. Perfeito ⌒.⌒

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  6. Mãe do pinto pelado,posta logooo por favor T-T

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  7. Aiii que PERFEITOOO MANUUUU
    POSTA LOGO POR FAVOR

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  8. Posta posta posta posta
    T-T

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  9. Cara eu acho você muito perfeita.
    Primeira Fic que eu leio Tua,então já de cara te amei Guria.
    Todo sucesso do mundo

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  10. Ai em love em love em love com essa fic

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  11. Ficou bom serio, inina tu precisa continuar e DIL tbm e to triste q vai acabar :(
    xoxo Duda

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